Dia do trigo: mitos e verdades

Pois é! Ainda há diversas dúvidas relacionadas ao papel do trigo e do glúten na nossa alimentação e até onde ele nos faz bem ou mal. Mas calma! As nutricionistas Natalia Barros e Giovanna Oliveira da Clínica Dra. Maria Fernanda Barca, nos ajudam a esclarecer as maiores dúvidas em relação ao cereal.

Quais são os benefícios do trigo?

Os principais benefícios estão presentes na forma integral. Estudos mostram que um grupo que consume de 2 a 3 porções diárias de grãos integrais, incluindo trigo, em comparação com grupos que ingeriram menos de 2 porções diárias, apresentam menor risco associados à doenças cardíacas, derrame, diabetes e mortes por todas as causas. Veja abaixo outros benefícios:

  • é uma fonte saudável de energia;
  • rico em diversos minerais que auxiliam no funcionamento dos órgãos;
  • fonte de fibras, que melhorar o movimento do intestino.

O que é glúten e qual a relação com o trigo?

O glúten é uma proteína naturalmente encontrada em muitos grãos, incluindo trigo, cevada e centeio. É comum em alimentos como pão, macarrão, pizza e cereais. Uma característica benéfica das proteínas do glúten é sua viscoelasticidade, tornando a produção de massas saborosas e produtos de panificação. Os grãos que contêm glúten, como o trigo, constituem uma grande parte da dieta ocidental moderna. Isso se deve, em parte, à sua palatabilidade, facilidade de cultivo e processamento em uma ampla variedade de alimentos. 

Para que serve o glúten no nosso organismo?

O glúten parece atuar como um prebiótico, alimentando as bactérias “boas” do nosso intestino. Os prebióticos contribuem para estimular a atividade das bifidobactérias (são bactérias que fazem parte da microbiota do trato gastrintestinal inferior do ser humano no cólon). Essas bactérias são normalmente encontradas no intestino humano saudável. Alterações em sua quantidade ou atividade foram associadas a doenças gastrointestinais, incluindo doença inflamatória do intestino, câncer colorretal e síndrome do intestino irritável. 

Como saber se sou intolerante?

O termo “intolerância ao glúten” inclui três condições diferentes: doença celíaca, alergia ao trigo e sensibilidade ao glúten não celíaca.

A alergia ao trigo é classificada como uma alergia alimentar clássica que é induzida pela ingestão de trigo (não apenas glúten) apresentando sintomas imediatos como choque anafilático, inchaço, coceira, congestão nasal e dificuldade de respiração. A doença celíaca é uma doença autoimune que pode ocorrer em indivíduos geneticamente suscetíveis e, quando não tratada, resulta em danos ao intestino, podendo levar a complicações de saúde graves.

Já a sensibilidade ao trigo não celíaco (SGNC) parece estar associada com sintomas intestinais, como dor e distensão abdominal, irregularidade intestinal (diarreia, constipação, ou ambos), e manifestações extra-intestinais como distúrbio de memória, dor de cabeça, musculares e articulares, fadiga, depressão, dermatite (eczema ou erupção cutânea) ou anemia e pode ser confundida com a síndrome do intestino irritável (SII) ou com a intolerância aos FODMAPs (Fermentable Oligo-, Di-, Mono-saccharides And Polyols).  

Para saber se é intolerante procure um profissional da área para te ajudar e fazer o correto diagnóstico, que é baseado no teste de exclusão de alimentos que contenham glúten e observação de sintomas. 

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O que é a doença celíaca?

É uma doença autoimune permanente, desencadeada pela ingestão de glúten, onde o próprio sistema imunológico provoca uma agressão que resulta em atrofia das vilosidades do intestino, que causa a diminuição da absorção dos nutrientes. Os sintomas mais comuns são diarreia, fezes com gordura (esteatorreia), constipação, anemia que não responde aos tratamentos convencionais, cólica, estufamento, má absorção que pode resultar em baixo peso e déficit de crescimento. Na fase adulta outros problemas podem estar relacionados devido ao consumo do glúten por celíacos, como o aumento injustificado de enzimas hepáticas, osteopenia, depressão, infertilidade, abortos recorrentes, cefaleia, fadiga cronica, fibromialgia.

Pessoas com doenças autoimunes como lúpus, esclerose múltipla, tireoidite de hashimoto e diabetes do tipo 1 tem maiores chances de serem celíacos ou sensíveis ao glúten bem como síndromes (down e tanner) e principalmente autismo e TDHA. Quando a exclusão do glúten é feito por essas pessoas, a melhora não é apenas nos sintomas relacionados ao glúten, muitas vezes também há melhora nos sintomas de outras doenças.

Doença celíaca é hereditária ou pode ser desenvolvida?

A disposição ao desenvolvimento de doença celíaca pode ser hereditária, sendo que quando há familiares de primeiro grau com a doença as chances de possuir é de 10%, já em casos em que não há familiares as chances são muito menores, bem como a intensidade dos sintomas. Mas a doença em si não é. Sendo uma condição multifatorial, vários genes devem interagir com fatores ambientais para causar a doença celíaca.

Além disso, pode-se desenvolver em qualquer idade. Os sintomas clássicos da doença surgem por conta da inflamação que afeta o trato gastrointestinal. Essa inflamação danifica a barreira intestinal, um espécie de “cinturão” que reveste o intestino favorecendo a absorção de nutrientes e impedindo a entrada de toxinas para o meio interno do corpo. Na doença celíaca, pode ocorrer um dano nessa barreira intestinal, podendo gerar diarreia, má absorção de nutrientes, perda de peso, dor abdominal, constipação, inchaço (distensão) e outros sintomas.  A inflamação e a má absorção de nutrientes podem causar problemas que afetam muitos outros órgãos e sistemas do corpo, como diversos tipos de câncer, anemia osteoporose e até depressão.

Posso cortar o glúten mesmo sem ser intolerante? Há alguma consequência?

Segundo a nutricionista Nathalia Barros, não há evidências convincentes de que uma dieta sem glúten melhore a saúde ou previna doenças. Além disso, alimentos sem glúten são comumente menos fortificados com ácido fólico, ferro e outros nutrientes do que os alimentos normais que contêm glúten. E os alimentos sem glúten tendem a ter menos fibras e mais açúcar e gordura. Vários estudos encontraram uma tendência de ganho de peso e obesidade entre aqueles que seguem uma dieta sem glúten (incluindo aqueles com doença celíaca).

Trigo/glúten deixa inchado?

Pode ser um sintoma de sensibilidade ao trigo não celíaco, porém outras condições intestinais também podem gerar maior distensão abdominal como TPM, reação de medicamentos, gases, etc… Uma avaliação nutricional nesses casos é essencial para conduzir um tratamento que não gere deficiências nutricionais e comprometa a saúde, caso você se sinta inchado ao consumir trigo. 

Preciso cortar o glúten se quero emagrecer?

Não necessariamente, o glúten em si não é responsável pelo ganho de peso e não deveria ser uma preocupação para quem não tem doenças relacionadas. Apenas substituir grãos que contêm glúten por variedades sem glúten não afetará seu peso. Ao substituir alimentos ricos em carboidratos refinados e processados que contenham glúten, como pão, bolachas, doces ou macarrão, por frutas e vegetais, poderá contribuir para a perda de peso, mas isso não é suficiente se não houver uma mudança no padrão alimentar –  o processo de emagrecimento e construção de um estilo de vida saudável é complexo e envolve o comportamento alimentar que inclui não somente o que comer, mas também o porquê e como comer. 

Glúten faz mal para a saúde?

Se tratando de pessoas que não possuem sensibilidade ao glúten, não há nenhuma evidencia científica de que o mesmo faça mal para a saúde, o que pode acontecer é gerar um desconforto quando consumido em excesso, por serem proteínas de difícil digestão.

Existe alguma possibilidade de consumir trigo sem glúten?

Giovanna Oliveira afirma que ainda não. Mas que já existem cientistas fazendo testes de manipulação genética no trigo, conseguindo uma redução de 99% da expressão da gliadina, uma das proteínas do glúten que causa a maior parte das reações. Isso não resolve o problema de todos que sofrem com a doença mas é um avanço promissor.

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Receita de barras de brownie de batata-doce (brownie bars)

Mais uma vez, a A Cá Botelho (@chefcabotelho), colunista da Boa Forma, arrasou na receita da semana. Desta vez é com os brownie bars. Veja como fazer:

Brownie Bars

Ingredientes: 

  • 1 e 1/2 xícara de batata-doce;
  • 1/2 xícara de farinha de castanha-de-caju ou amêndoas;
  • 1/2 xícara de chocolate em pó ou cacau;
  • 1/2 xicara de açúcar demerara orgânico ou açúcar de coco ou melado;
  • 1/2 xícara de óleo de coco; 
  • 1 colher (café́) bicarbonato de sódio.

Modo de preparo: 

Cozinhe as batatas pequenas e retire a casca. Junte todos os ingredientes e bata no processador.

Pincele óleo de coco em uma forma de bolo inglês. Coloque a massa e leve ao forno (180°C preaquecido) em torno de 20 a 30 minutos. No meio, ele ficará com a aparência crua, mas dos lados estará assado. Essa é a hora de tirar.  Leve à geladeira por 3 horas. 

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Como se recuperar de um treino pesado

É normal que haja consequências depois de um treino intenso: músculos rígidos, dores, um certo cansaço e até mesmo fadiga são comuns. Mas nem todos sabem a maneira correta de se recuperar disso (e acredite, é mais fácil do que parece). Por isso, conversamos com Bruno Sapo, especialista em Treinamento Desportivo e Paulo Gentil, professor doutorado em Ed. física e idealizador da PERSON@LL – plataforma online para professores darem aulas de ginástica por vídeo –, e separamos alguns passos sobre como se recuperar de um treino pesado.

 

COMO SE RECUPERAR DE UM TREINO PESADO: USO DE ANTI-INFLAMATÓRIOS 

<span class="hidden">–</span>Luis Alvarez/Getty Images

Primeiro de tudo: A dor não é um parâmetro bom quando se trata de recuperação. Segundo Paulo Gentil, ela está associada a primeira fase da inflamação e limpeza que normalmente tem seu pico 2 dias depois do exercício. Por isso, quando o treino é muito intenso por dois ou três dias seguidos, você deve considerar pular um dia, para garantir que a segunda fase, a de reconstrução do tecido muscular, seja rápida.

Não é indicado uso de anti-inflamatórios para aliviar a dor pois eles inibem não só a dor mas também a recuperação muscular

Porém, certas pessoas (principalmente iniciantes) ficam incomodadas com a dor e utilizam de anti-inflamatórios para aliviar a mesma, o que é errado. “A fase mais inflamatória, de limpeza da região, é associado com a liberação de substâncias que irritam os receptores de dor. É o seu músculo dizendo para você ‘olha, não mexe com essa região porque eu preciso concluir uma fase de limpeza’ e quando a pessoa toma um anti inflamatório, o que ela faz é cortar essa cascata de sinalização. Por consequência, a pessoa não sente a dor porque a cascata inflamatória é inibida, só que essa cascata inflamatória é quem ativa também a recuperação posterior. A recuperação se torna mais lenta ainda. Sem falara que é extremamente perigoso ficar tomando anti-inflamatório no caso de lesões e continuar treinando, porque, na verdade, a lesão está lá, está aumentando de tamanho e a pessoa não está vendo”, conclui Paulo Gentil.

Além disso, esses remédios retardam as adaptações necessárias para que, num futuro, a pessoa fique melhor condicionada e sinta menos dores.

 

ALIMENTAÇÃO E SONO

<span class="hidden">–</span>Flashpop/Getty Images

Uma melhor maneira para se recuperar de um treino intenso é descansar, dormir, se alimentar e ter uma hidratação adequada.

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A recuperação após o exercício intenso vem de vários fatores, incluindo a reposição da sua reserva energética e o tempo que você leva para repor, por exemplo, as reservas de glicogênio (fonte de energia utilizadas na contração muscular) — que normalmente são utilizadas em trabalhos de alta intensidade –  pode ir de 24 a 72 horas. O que a pessoa precisa fazer durante esse período é consumir a quantidade de carboidratos e proteínas necessários para essa reserva de glicogênio ser composta.

Quanto ao descanso, se tiver pouca lesão no músculo, você pode se recuperar em 24 a 48 horas mas, se a lesão for mais intensa, pode levar até uma semana.

 

CUIDADOS DURANTE O TREINO

<span class="hidden">–</span>Halfpoint Images/Getty Images

Para Bruno Sapo, o alongamento estático (aquele que você alonga perna e braços parado, apenas puxando as áreas) antes do treino não tem relação com redução de dores tardias e nem aquecem de forma efetiva, além de poder prejudicar a performance.

Quando se faz um alongamento antes do treino você acaba até atrapalhando o seu mecanismo de contração muscular. É como se você alargasse o músculo e a sua capacidade de contrair, de devolver essa propulsão, é perdida. Quando você alonga antes do treino, você perde a sua capacidade contrátil.

o alongamento estático atrapalha a capacidade muscular de contração

Por isso, o alongamento dinâmico (em que você alonga os músculos movimentando o corpo ao mesmo tempo, não parado) é a melhor opção. Em exercícios que requeiram mobilidade e amplitude de movimento dos membros inferiores, por exemplo, agachamentos e chutes frontais e laterais são mais eficientes e seguros do que os estáticos.

 

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Halloween: 5 receitas leves (e temáticas!) para o dia

Buuuu! Hoje é halloween, uma das festividades mais famosas e tradicionais do mundo. Além das habituais festas à fantasia, a data também é marcada pelos doces e por seu principal símbolo: a abóbora – um ingrediente norte-americano que acabou se popularizando em outros países também (veja aqui receitas com abóbora para incrementar seu cardápio do dia).

Mas como não é só com abóbora que o Dia das Bruxas pode ser celebrado, o WW Vigilantes do Peso separou cinco receitas rápidas, divertidas e saborosas! Confira: 

Receitas para o halloween: 

1 – Ossos de palito de pão

<span class="hidden">–</span>WW Vigilantes do Peso/Divulgação

Tempo total de preparo: uma hora e 40 minutos.

Rendimento: 8 porções.

Ingredientes:

  • 2 xícaras de farinha de trigo;
  • 1 colher (sopa) de fermento biológico em pó;
  • 1/2 colher (chá) de sal;
  • 1/2 colher (sopa) de azeite de oliva;
  • 150 ml de água morna;
  • 40 gramas de queijo parmesão ralado;
  • 1 dente de alho médio;
  • 1 xícara de molho de tomate em pedaços, pronto;
  • 1 colher de chá de orégano seco.

Modo de preparo:

Em uma tigela grande, coloque a farinha, o fermento e o sal. Crie uma cavidade no centro e adicione o azeite e coloque metade da água. Misture a massa e acrescente o restante da água até que ela fique macia, mas não pegajosa. Espalhe um pouco de farinha sobre uma superfície lisa e sove a massa por dez minutos. Se a massa estiver pegajosa, adicione mais farinha.

Transfira a massa para uma tigela untada com óleo. Cubra com plástico-filme e deixe a massa descansar em um forno pré-aquecido por uma hora ou até que a massa dobre de tamanho. Preaqueça o forno a 180 °C. Em um tabuleiro grande, forre papel manteiga. Coloque a massa na superfície com farinha e sove de novo. Divida em oito pedaços redondos iguais. Role cada pedaço em um palito de 14 cm aproximadamente, deixando as pontas mais grossas. Coloque a massa no tabuleiro. Delicadamente estique as pontas e enrole para baixo para se parecer com as pontas dos ossos.

Espalhe uma colher de sopa de parmesão sobre cada osso. Asse por dez minutos e espalhe o restante do parmesão, reservando um pouco para decorar. Asse por mais dez minutos ou até dourar. Enquanto isso, para fazer o molho, borrife óleo em uma panela e cozinhe o alho por um minuto sobre fogo médio. Adicione o molho de tomate e o orégano. Cozinhe até ferver. Deixe esfriar. Sirva os ossos de palito de pão com o restante do parmesão e o molho.

2 – Sopa de abóbora de halloween

<span class="hidden">–</span>WW Vigilantes do Peso/Divulgação

Tempo total de preparo: 37 minutos.

Rendimento: 4 porções.

Ingredientes:

  • 1 quilo de abóbora crua sem casca e sem sementes, cortada em cubos;
  • 2 dentes médios de alho;
  • 3 xícaras de caldo de legumes;
  • 1/2 colher (chá) de sálvia fresca;
  • 1/2 colher (chá) de sal;
  • 1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino preta moída;
  • 1/4 de colher (chá) de canela em pó;
  • 100 gramas de creme de leite;
  • 70 gramas de cream cheese light.

Modo de preparo:

Preaqueça o forno a 180 °C. Borrife óleo em spray em um tabuleiro. Em uma panela grande, borrife óleo em spray e refogue o alho. Adicione a abóbora cortada em cubos. Cozinhe por cerca de dois minutos. Acrescente o caldo de legumes, a sálvia, o sal, a pimenta e a canela. Deixe ferver, abaixe o fogo e cozinhe por cerca de 15 a 20 minutos ou até a abóbora ficar bem macia. Reserve tampada.

Em uma tigela pequena, misture o creme de leite, o cream cheese e o suco de limão e o sal. Em um liquidificador ou com um mixer, bata a sopa, até ficar homogênea. Distribua a sopa em quatro tigelas individuais para sopa. Acrescente uma colher de sopa rasa do creme na sopa. Com um palito ou a ponta de uma faca, desenhe a teia de aranha.

3 – Pimentões assustadores

<span class="hidden">–</span>WW Vigilantes do Peso/Divulgação

Tempo total de preparo: 45 minutos.

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Rendimento: 4 porções.

Ingredientes:

  • 4 unidades de pimentão vermelho pequeno;
  • 2 colheres (chá) de óleo de soja;
  • 2 dentes médios de alho;
  • 1/2 cebola;
  • 2 xícaras de carne moída sem gordura crua;
  • 1/2 colher (chá) de sal;
  • 1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino preta moída;
  • 2 colheres (sopa) de molho de tomate;
  • 2 colheres (sopa) de azeitona preta em conserva, pequena, cortada em rodelas.

Modo de preparo:

Corte os pimentões e reserve a parte de cima – em torno de 2,5 centímetros – e as sementes. Com uma faca de ponta, crie o rosto no pimentão, destacando as partes. Corte em pedaços pequenos e reserve as partes destacadas.

Em uma panela, aqueça o óleo sobre fogo médio. Refogue a cebola por dois minutos, até que esteja macia. Acrescente o alho e as partes destacadas do pimentão e refogue por mais um minuto, mexendo com frequência. Acrescente a carne moída, o sal e a pimenta e mexa. Deixe cozinhar até que esteja marrom, por cerca de 10 a 15 minutos. Adicione o molho de tomate e as azeitonas e mexa. Deixe esfriar.

Preaqueça o forno a 180 °C. Unte uma assadeira com óleo. Arrume os pimentões na assadeira. Com uma colher, distribua a carne dentro de cada pimentão. Asse por cerca de 15 minutos ou até que os pimentões estejam macios e levemente tostados na parte de baixo. Retire do forno e deixe esfriar por cinco minutos e sirva.

4 – Muffins assombrados

<span class="hidden">–</span>WW Vigilantes do Peso/Divulgação

Tempo total de preparo: 44 minutos.

Rendimento: 6 porções.

Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de trigo;
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó;
  • ½ colher (chá) de sal;
  • ½ colher (chá) de bicarbonato de sódio;
  • ½ colher (chá) de cravo moído;
  • 1 colher (chá) de canela em pó;
  • 1 colher (chá) de noz-moscada ralada;
  • 1/2 xícara de abóbora cozida;
  • 1/3 de xícara de açúcar;
  • 2 ovos;
  • 1/3 de xícara de leite desnatado;
  • 3 colheres (sopa) de açúcar;
  • 4 colheres (sopa) de suco de limão;
  • 6 unidades de marshmallow;
  • 2 colheres de chá de calda de chocolate.

Modo de preparo:

Preaqueça o forno a 200 °C. Borrife óleo em spray em seis formas de muffin. Em uma tigela grande, misture a farinha, o fermento, o sal, o bicarbonato, o cravo, a canela e a noz moscada.

Em uma tigela média, misture o purê de abóbora, o açúcar, o ovo e o leite. Transfira a mistura de abóbora para a mistura de farinha e mexa bem até ficar homogêneo. Despeje a massa em cada forma de muffin, preenchendo 2/3 da forma. Asse por 20 a 25 minutos ou até que ao inserir um palito no centro ele saia limpo. Retire do forno e espere esfriar.

Em uma tigela pequena, misture o açúcar e o suco de limão. Distribua a calda sobre cada muffin. Coloque o marshmallow por cima. Com o auxílio de um palito, faça os olhos e a boca nos marshmallow.

5 – Banana-fantasma

<span class="hidden">–</span>WW Vigilantes do Peso/Divulgação

Tempo total de preparo: 10 minutos.

Rendimento: 4 porções.

Ingredientes:

  • 4 bananas;
  • 2 colheres (sopa) de gotas de chocolate ao leite.

Modo de preparo:

Descasque as bananas e corte-as ao meio. Derreta as gotas de chocolate. Com o auxílio de uma colher de chá ou café, forme os olhos e a boca em cada metade. Coloque-as de pé com a parte cortada para baixo e sirva. Rende uma metade de banana com chocolate por pessoa.

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Treino de 20 minutos que une luta e funcional para desestressar em casa

Abra espaço para seu mais novo ringue de luta: o quarto, o quintal ou a sala da sua casa. Se você curte aulas de luta, mas está afastado do tatame por conta do coronavírus, já pode tirar suas luvas do armário para fazer este treino de 20 minutos.

Ele é uma adaptação exclusiva do Thai360, metodologia criada pelo professor de artes marciais Galego, de São Paulo, e que combina arte marcial e exercícios funcionais que preparam seu corpo para a luta. Graças à alta intensidade do circuito, você aumenta força, agilidade, resistência e queima centenas de calorias em apenas 20 minutos.

“Mesmo quem nunca deu um jab ou um cruzado consegue fazer os movimentos, que são simples”, diz o professor. O objetivo desse combate vai além da melhora física. A disciplina da luta ensina resiliência, controle da mente e persistência, características que podem ser levadas para outros momentos da vida, como na hora de apresentar um projeto no trabalho ou de superar um medo.

“A força para qualquer mudança está dentro da gente”, diz Galego, que, em seu programa online, usa técnicas mentais para fazer com que os alunos se sintam mais confiantes para seguir hábitos em busca de uma vida saudável.

Treino de 20 minutos de Thai360

A sequência se divide em quatro etapas. “Não deixe que o cansaço prejudique a execução dos exercícios. Se estiver difícil, pare até retomar o fôlego”, diz Galego.

Descanse por 1 minuto entre cada etapa.

Aquecimento

Faça o circuito 3 vezes com 10 repetições de cada movimento.

1. Polichinelo crucifixo

Treino Thai360

a. Fique em pé com as pernas unidas e os braços abertos lateralmente.

b. Feche os braços batendo palma à frente do corpo e afaste as pernas.

2. Elevação de joelhos

Treino Thai360

a. Com as mãos à frente da testa, afaste um pouco as pernas.

b. Eleve o joelho e volte. Depois de todas as repetições, troque o lado.

3. Salto com batida

Treino Thai360

Imagine que está pulando uma corda imaginária e, quando estiver no ar, bata as mãos ao lado da coxa e mantenha um ritmo.

4. Agachamento com chute frontal

Treino Thai360

a. Afaste as pernas na largura do quadril e faça um leve agachamento.

b. Ao subir, flexione o pé na meia ponta e eleve a outra perna, dando um chute à frente. Alterne as pernas.

Técnica

5. Jab e direto (3 minutos)

Treino Thai360

a. Na base de luta (se você é destra, perna esquerda à frente; se é canhota, direita), dê um soco à frente com a mão não dominante.

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b. Intercale com um soco com a outra mão, flexionando o pé de trás e girando o joelho.

Batalha

Faça 5 vezes o circuito a seguir na maior intensidade possível. A cada round, tente diminuir o tempo.

6. Jab e direto

Igual ao exercício anterior. 20 repetições.

7. Prancha alpinista

Treino Thai360

a. Em prancha frontal, estenda os braços afastados na largura dos ombros.

b. Leve um dos joelhos em direção ao peitoral e alterne as pernas. 10 repetições (cada lado)

8. Corrida com jab e direto

Treino Thai360

Corra no lugar erguendo os joelhos a 90° enquanto desfere socos alternados. 20 repetições (cada lado).

9. Flexão paraquedista

Treino Thai360

a. Fique em prancha com os braços estendidos.

b. Desça o corpo lentamente, flexionando os cotovelos até encostar o peitoral no chão. Levante as mãos e os pés e retorne à posição inicial. 10 repetições.

Desafio da superação

Faça o máximo de repetições em 1 minuto. No próximo treino, tente se superar.

10. Abdominal remador

Treino Thai360

a. Deitada, estenda os braços e as pernas rente ao solo.

b. Erga o tronco até quase se sentar e, sem relaxar o abdômen, abrace os joelhos.

BOA FORMA fez o treino de 20 minutos: confira o que achamos

A jornalista Giulia Granchi não teve medo de encarar o desafio e testou o Thai360. Ela se surpreendeu com a praticidade: “Não tenho experiência com luta, mas os movimentos simples são fáceis de aprender – suei de verdade! O que mais chamou a minha atenção foi a curta duração [20 minutos] do treino, que ajuda quem está começando no mundo fitness ou tem pouco tempo”.

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Receita de tartar de cenoura

A Cá Botelho (@chefcabotelho), colunista da Boa Forma, ensinou como fazer um delicioso tartar de cenoura no Instagram. A receita fez muito sucesso em nosso Instagram! Veja o resultado:

Receita de tartar de cenoura

Ingredientes:

  • 2 cenouras;
  • Coentro ou salsa a gosto;
  • Raspas de 1 laranja ou limão;
  • 1/3 de cebola roxa picada;
  • Suco de 1/2 laranja;
  • 2 colheres (sopa) de maionese ou cream cheese vegano;
  • Sal a gosto;
  • 1/2 manga em cubinhos;
  • Molho teryaki.

Modo de preparo:

Bata a cenoura no liquidificador com 2 copos de água. Depois coe, use a água da cenoura para o seu suco e o bagaço misture com todos os outros ingredientes. Molde em uma forminha e sirva frio, com molho teryaki.

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Bela Gil: 17 dicas para uma alimentação saudável

Não dá para falar em estilo de vida saudável sem pensar no nome da Bela Gil (@belagil). A carioca é nutricionista, possui curso em chef de cozinha e ainda apresenta o Bela Cozinha, um programa de culinária natural no canal GNT. Bela busca manter práticas que fazem bem para o corpo, mente e planeta. Não à toa que é, hoje, referência nacional. 

Recentemente, lançou o livro Simplesmente Bela (editora Sextante, compre aqui), em que traz um compilado de 40 receitas com ingredientes mais naturais para usarmos em quatro esferas do nosso dia a dia: alimentação, autocuidado, saúde e higiene. Ela ensina, por exemplo, a preparar um repelente caseiro, a fazer máscaras de cabelo comestíveis e manipular um desengordurante de cozinha potente.

Vivemos em um mundo cada vez mais complexo e algo dentro de nós pede calma e simplicidade. E nada mais simples que dedicar um tempo ao trabalho do CUIDAR. Cuidar de si, dos outros e do planeta. Dedicar um tempo a esse trabalho fundamental para a prosperidade da vida humana na terra. Pois sem o cozinhar, limpar, curar e cuidar, a humanidade não vingaria. O meu novo livro é dedicado exatamente a esse processo”, disse em um post no Instagram. 

Trajetória de Bela Gil para uma vida saudável

Bela conta quando nasceu o interesse pelo estilo de vida saudável e sua paixão pela culinária. “Tudo começou quando decidi praticar yoga em 2004. Eu tinha 14 anos e levava uma vida típica de adolescente carioca da zona sul: escola, praia, cinema, teatro, basquete, vôlei, festas, etc.”

Por meio da prática, ela diz que desenvolveu uma nova visão de mundo, e passou a perceber que a comida a afetava física e mentalmente — tanto para o lado bom, quanto ruim. “Dependendo do que eu comida, o meu humor, foco, determinação e concentração variavam. E eu fui naturalmente evitando alimentos que me prejudicavam. Então eu concluí que a alimentação mexia com o meu corpo, mente e espírito e precisava entender melhor essa conexão entre alimentação e comportamento.”

<span class="hidden">–</span>Instagram/Reprodução

Ao mudar-se para Nova York, teve que aprender a “cozinhar o próprio feijão“, e não parou mais: fez um curso de culinária natural, matriculou-se em outra especialização de nutrição Ayurveda, estudou com o professor Tomio Kikuchi, em São Paulo, e terminou faculdade de nutrição na Hunter College. Ela tem propriedade no que fala! 

17 dicas da Bela Gil para uma alimentação saudável

Bela dá algumas dicas de como cuidar da alimentação (e consequentemente do corpo). “Se você conseguir adquirir alguns desses hábitos, já é um grande ganho em direção a uma vida mais saudável”, diz. Confira: 

1. ALIMENTAÇÃO PLANT-BASED

“Mantenha o pH do sangue alcalino com uma alimentação baseada em plantas, grãos e feijões”;

2. VÁ COM CALMA

“Coma devagar e mastigue muito bem os alimentos”;

3. BEBA COM MODERAÇÃO

“Evite beber líquidos nas refeições e opte por chás digestivos após as refeições”; 

4. TAMANHO DA PORÇÃO

“Quantidade altera a qualidade dos alimentos — a diferença entre o remédio e o veneno está na dose”; 

Ver essa foto no Instagram

Uma publicação compartilhada por Bela Gil (@belagil) em 19 de Ago, 2020 às 10:00 PDT

5. OUÇA SEU CORPO (ANTES DE COMER)

“Coma quando estiver com fome!”; 

6. ONDE COMPRAR

“Troque o supermercado pela feira”;

7. SAL NO SANGUE

“Controle a ingestão de sal e água”; 

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8. OUÇA SEU CORPO (DEPOIS DE COMER)

“Autoconhecimento é tudo: perceba como você se sente após comer certos alimentos”;

9. VÁ DE ORGÂNICO!

“Compre alimentos orgânicos e locais sempre que possível”; 

10. LEIA O RÓTULO

“Restrinja ao máximo produtos industrializados, processados, congelados e com excesso de aditivos químicos. Procure sempre alimentos frescos, conservas, sopas, sucos caseiros e produtos de origem orgânica sem o uso de agrotóxicos, adubos químicos, antibióticos, hormônios e aditivos sintéticos. Leia o rótulo antes de comprar alimentos industrializados”; 

11. OPÇÃO INTEGRAL

“Use cereais (arroz, painço, trigo, milho, aveia, centeio, cevada, quinoa e amaranto) e farinhas integrais. Enriqueça farinhas brancas com cereais e sementes. Varie o consumo de cereais durante a semana”; 

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Uma publicação compartilhada por Bela Gil (@belagil) em 11 de Out, 2020 às 1:29 PDT

12. COMO COMER FRUTA

“Prefira a fruta in natura ao seu suco. E evite consumi-las durante a refeição ou como sobremesa para não atrapalhar a digestão”; 

13. NO VAPOR

“Não cozinhe os alimentos, principalmente os vegetais, em excesso. Prefira cozinhá-los no vapor e reutilizar a água de cocção para não perder suas vitaminas”;

14. SEM PASTEURIZADOS

“Evite leite e queijos pasteurizados, dê preferência a leites e derivados crus e/ou orgânicos. Caso não haja uma restrição nutricional do consumo de leite, prefira os seus produtos fermentados como o iogurte, kefir e a coalhada, além de queijos feitos a partir do leite cru — como queijo de minas curado”; 

15. MANTEIGA X MARGARINA

“Não substitua a manteiga por margarina. Use manteiga com moderação nos pães integrais dentro de uma dieta rica em verduras, frutas e cereais integrais. Nunca frite a manteiga, prefira a gordura do coco e os óleos vegetais”; 

16. CARNE EM SEGUNDO LUGAR

“Consuma carnes (peixe, frango, vaca, porco…) e ovos com moderação e evite combiná-los com feijão numa mesma refeição, pois também são fontes de proteína e podem atrapalhar a digestão. Aprenda a utilizar a carne como o tempero do prato, e não como item principal”; 

17. OPÇÕES NÃO REFINADAS

“Use com moderação sal marinho, açúcar mascavo, mel e melado. Evite o sal e açúcar refinados.”


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Livro Simplesmente Bela, por Bela Gil – Baixe pelo Kindle Unlimited ou compre a versão física aqui.

 

 


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Copinho de cookie sem glúten com sorvete

A Cá Botelho (@chefcabotelho), colunista da Boa Forma, ensina uma receita maravilhosa de doce liberada para os celíacos! Confira:

Copinho de cookie sem glúten com sorvete, por Cá Botelho

Ingredientes:

  • 3/4 de xícara de açúcar de coco;
  • 1/3 de xícara de óleo de coco;
  • 2 colheres (sopa) de melado;
  • 1 colher (sopa) de extrato de baunilha;
  • 1 colher (sopa) de água;
  • 1 xícara de farinha de arroz;
  • 2 colheres (sopa) de tapioca;
  • 1 colher (café) de bicarbonato de sódio;
  • 1 colher (café) de fermento;
  • 1 pitada de sal.

Modo de preparo: 

Misture tudo em um bowl e molde em um copinho que possa ir ao forno. Deixe na geladeira por 25 minutos e depois leve ao forno por 15 minutos. A forma pode ser de silicone (aquelas de cupcake, por exemplo). Molde o copinho, e depois de assado, espere esfriar para remover. Sirva com sorvete!

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Guia de melhor tênis para cada modalidade

Nos últimos anos, vimos um boom nos lançamentos dos calçados esportivos. Os modelos estão tão tecnológicos e são tão diversos, que é normal surgir a dúvida: qual o melhor tênis para cada esporte? Na corrida, por exemplo, as placas de carbono viraram uma verdadeira febre depois que Eliud Kipchoge usou um protótipo da Nike para correr 42 quilômetros em menos de 2 horas — feito nunca antes conquistado por nenhuma outra pessoa na história.

“As marcas estão se juntando aos laboratórios de pesquisa para entender exatamente como funciona a pisada humana em diferentes ritmos, terrenos e modalidades esportivas”, explica o ortopedista Leandro Gregorut Lima (@dr_leandro_gregorout), especialista em medicina esportiva e que já atuou como médico da Seleção Brasileira de Handebol.

Segundo o especialista, os problemas que um tênis errado causa variam desde bolhas nos pés, perda das unhas e calos, a até fratura por estresse, tendinite e lesões em outras regiões do corpo, como o joelho. Então, vale ficar atento:

MELHOR TÊNIS PARA…

BASQUETE

“Tem o solado plano para dar estabilidade no contato com o chão. O calcanhar fica mais baixo para evitar movimentos de entorse do tornozelo. E não possui ranhuras proeminentes na sola — isso permite o atrito com a quadra sem perder o poder de arranque e mudança de direção.”

Sugestão: 

Compre aqui: Six Street, R$169

TÊNIS

“Tem um solado baixo e plano para aumentar o contato com o solo e evitar os movimentos de entorse do tornozelo na mudança de direção. A sola é geralmente mais lisa — isso garante o deslizar do atleta para alcançar a bolinha mais rapidamente. Além disso, a parte posterior é forte e rígida para gerar estabilidade no calcanhar.”

Sugestão: 

Compre aqui: Adidas, Gamecourt, R$359,90

HANDEBOL

“Segue a mesma linha dos modelos de basquete, mas com mais atrito na sola por conta dos movimentos bruscos e de mudança de direção. Normalmente tem a parte anterior em forma de círculo para facilitar o movimento de rotação.”

Sugestão: 

Compre aqui: Asics, Gel-Rocket 9, R$329,99

TRILHA

“Solado firme, com a parte posterior e a ponta do tênis bem rígidas para estabilizar o pé e impedir que pedras e superfícies irregulares criem pontos de pressão (e causem lesões). Sem contar que a superfície é aderente, para evitar derrapar.”

Sugestão: 

<span class="hidden">–</span>Americanas/Divulgação

Compre aqui: Snake, Across, R$385.

CORRIDA

“Os tênis de corrida são os que apresentam a maior variedade de formatos. Os modelos são indicados de acordo com características como estilo de corrida, tipo de passada e até peso. Alguns possuem mais amortecimento, outros mais estabilidade… E assim por diante.”

Sugestões: 

<span class="hidden">–</span>Netshoes/Divulgação

Compre aqui: Fila, Racer Silva, R$499,99.

<span class="hidden">–</span>Netshoes/Divulgação

Compre aqui: Fila, Float Fly, R$449,99.

<span class="hidden">–</span>Netshoes/Divulgação

Compre aqui: Asics, GEL Cumulus 22, R$599,99.

<span class="hidden">–</span>Netshoes/Divulgação

Compre aqui: Under Armour, HOVR Machina, R$ 899,90.

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Compre aqui: Olympikus, Corre1, R$349,90.

FUTEBOL 

As chuteiras com cravos são ideais para partidas no campo — usadas para maior estabilidade, elas tornam as freadas e arrancadas bruscas possíveis. 

Qual o melhor tênis para cada modalidade

Compre aqui: Nike, Phantom GT, R$529,99.

TRAINING

Ele deve oferecer amortecimento, retorno de energia, flexibilidade e tração. 

<span class="hidden">–</span>Netshoes/Divulgação

Compre aqui: Reebok, NANO X REECYCLED, R$699,99.

<span class="hidden">–</span>Netshoes/Divulgação

Compre aqui: Reebok, HIIT, R$499,99.

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Compre aqui: Asics, Novablast, R$799,99

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Compre aqui: Asics, Microflux, R$499,99

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Compre aqui: Under Armour, TriBase Reign 2, R$ 749.

Compre aqui: Olympikus, Sonoro, R$229,90

COMO ESCOLHER O MELHOR TÊNIS NA HORA DE COMPRAR 

O médico dá algumas dicas:

1 – Não escolha o tênis apenas pela cor ou por que você o achou bonito;

2 – Procure sempre um modelo indicado para a atividade que você pretende praticar;

3 – Descubra o tipo da sua pisada: neutra, supinada ou pronada. “O ideal é fazer um exame chamado baropodometria. Ele analisa os pontos de pressão e de fraqueza na sola do pé. Depois, dá o diagnóstico das necessidades de calçado e treinamento”;

4 – Troque de tênis regularmente. “Não existe uma regra fixa, pois isso depende do seu peso, estilo de passada e quantidade de quilômetros rodados. Mas uma boa dica é apertar o solado do tênis com força. Se ele demorar muito tempo para voltar ao normal, perdeu a capacidade de amortecimento e, consequentemente, vai transferir mais força de impacto aos pés, favorecendo lesões”;

5 – Divirta-se. “E lembre-se que não é o tênis que vai fazer seu desempenho evoluir. E sim seu desempenho nos treinos e amor ao esporte!”

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5 dicas para uma boa rotina matinal

Como você executa sua rotina matinal pode afetar o resto do dia e como se sentirá nele. Começa-lo de maneira calma nem sempre é possível, mas existem pequenas coisas que podem ser feitas para tentar manter um bom astral para lidar com as responsabilidades e afazeres. Por esse motivo, separamos 5 dicas de como criar uma boa manhã e começar o dia com o pé direito!

 

1. Estabeleça um horário para dormir e acordar

Uma boa noite de sono pode ajudar a diminuir os riscos de doenças do coração, obesidade, entre muitas outras. Para ter uma boa rotina matinal e melhorar não somente o dia, mas a qualidade de vida, é importante definir um horário para dormir e acordar. “Uma boa noite de sono, dormindo cedo e acordando cedo já são um bom tratamento para depressão, transtorno bipolar e ansiedade”, comenta Eduardo Perin, psiquiatra especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC).

Escolha um horário que permita a você ter uma manhã calma antes de lidar com as responsabilidades. Aqueles minutos extra na cama são ótimos mas uma rotina apressada de manhã pode causar estresse e cansaço, prejudicando sua energia para o resto do dia.

 

2. Passos para uma boa rotina matinal: Planeje-se

Fazer a noite uma pequena lista de afazeres que deve ser cumprida no dia seguinte e separar a roupa que irá usar é uma ótima maneira de evitar ter que se preocupar com diversas coisas logo cedo. Assim, não será desperdiçado um tempo significativo de manhã, se lembrando e tentando organizar suas tarefas ao longo do dia e escolher uma roupa. Além disso, caso queira dormir um pouquinho a mais, isso não irá atrapalhar completamente a rotina matinal.

“Rotina e planejamento irão facilitar o seu dia e poupar a si mesmo de diversas situações estressantes” Completa o Dr. Yuri Busin, psicólogo mestre e doutor em neurociência do comportamento.

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3. Passos para uma boa rotina matinal: Exercite-se!

Ao praticar exercícios físicos, é liberado uma série de hormônios e substâncias como adrenalina e endorfina, hormônio que provoca a sensação de prazer e bem-estar, no organismo para começar o dia. Além disso, a queima de calorias continua e pode-se notar diminuição do apetite, melhora no humor e indícios de aprimoramento do foco.

Mas o melhor aproveitamento do dia como consequência de se exercitar de manhã, para o Dr. Yuri Busin, é relativo e requer certo autoconhecimento. O certo é escolher um período para treinar e testar por duas semanas. Então, troque os exercícios para outro momento do dia e avalie qual dos dois trouxe mais benefícios.

4. Tome um belo café da manhã

Segundo a nutricionista Barbara Souza Lazzarini, o café da manhã determina como será a produtividade ao longo do dia. “É a refeição que dita a regra do dia no ponto de vista de energia, concentração, desempenho. Quanto melhor (em equilíbrio nutricional) o café da manhã for, melhor será o rendimento do dia todo.” Além de também reduzir a fome no horário do almoço e lanche da manhã, evitando a probabilidade de se alimentar em horários errados.

5. Fique longe dos eletrônicos

Checar e-mails, responder mensagens ou ver as novas fotos no Instagram são coisas que podem –devem — esperar. Pegar o celular assim que acorda não é recomendado pois são muitas informações que podem acabar tumultuando o dia logo no começo, além de poder ser também um sinal de dependência do eletrônico.

O indicado é estabelecer um horário de sua preferência para se conectar — que não seja na cama, ants de levantar. Pode ser após seu café da manhã, após os exercícios ou apenas nos horários de responsabilidades. É importante manter o inicio de dia calmo, sem grandes distrações que possam tirar o foco do que realmente importa nas primeiras horas da manhã: o autocuidado.

 

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