Equilíbrio, movimento, proteção: o dia perfeito tem tudo isso e muito mais

Um dia quente e ensolarado fica ainda mais gostoso quando conseguimos unir tudo aquilo que nos faz bem: cuidados com a saúde do corpo e da mente, ingestão de alimentos saborosos e nutritivos, momentos de relax e, claro, uma dose extra de vitamina D. Ao fazer tudo isso, se for possível garantir cuidados especiais com o meio ambiente, melhor ainda. A boa notícia é que garantir essa rotina perfeita é mais simples do que você imagina. Dá uma olhada:

Invista em uma alimentação equilibrada e ecofriendly

Não abra mão das refeições feitas com calma e paz. Não importa se você está pronta para ir para o trabalho ou se colocou o biquíni para aproveitar a praia, reservar um tempo para preparar sua comida e curtir a refeição faz toda a diferença no seu dia. Priorize frutas da estação e garanta aquele sucão gelado, refrescante e nutritivo, ou um bowl de açaí geladinho, principalmente se for fazer algum exercício físico na sequência. Outra boa dica é saber de onde vem sua comida. Se for possível, vá de orgânico.  Faz um bem danado para sua saúde ficar longe dos agrotóxicos. Além disso, essas substâncias químicas utilizadas para prevenir pragas e insetos são tóxicas para o solo e poluem os lençóis freáticos.

Escolha o exercício do dia

Não importa se você está correndo ou com tempo livre, se movimentar sempre faz bem. No dia a dia, a academia ou uma corrida podem funcionar. De férias na praia, ouse um pouco mais e teste novas possibilidades: aprender a surfar, andar de bike ou investir em um funcional “on the beach” podem ser ótimas opções para dar aquele gás extra e, claro, liberar a dose diária de endorfina que faz toda a diferença.

Renove as energias e o bronze

Ao sair de casa, não esqueça de se proteger. Para ajudá-la nessa tarefa, nossa dica é o lançamento da primeira linha de alta proteção da Australian Gold. Na versão facial e corporal, a novidade oferece fatores de proteção até 70 FPS, tem textura ultraleve em gel creme, toque seco, efeito matte e é resistente à água. E tem mais: a Marca traz para o mercado uma embalagem de plástico vegetal e uma fórmula vegana, sem testes em animais. O lançamento também é o primeiro no Brasil a receber o selo de 100% segura para os corais.

Essa novidade é reflexo de toda a preocupação da Marca com questões ambientais e sustentáveis. Além disso, para essa temporada de alto verão 20/21, a Australian Gold escolheu uma dupla perfeita para traduzir tudo que o lançamento representa: Letícia Bufoni, skatista, e Maya Gabeira, surfista. As atletas, engajadas na proteção da natureza, e apaixonadas por sol e esportes, inspiram mulheres a também seguir uma rotina saudável e segura.Australian Gold/Divulgação

Cuide da mente

Por fim, depois de se alimentar bem e garantir umas horinhas de sol e exercícios físicos, chegou a vez de cuidar da mente. De férias ou no trabalho, é importante reservar um tempo para relaxar. Lembre-se sempre disso! Meditar ou fazer uma aula de ioga ao ar livre são ótimas alternativas. Se você não é fã das práticas, não tem problema. Ler um bom livro ou ouvir aquela playlist que você curte também são ótimas maneiras de relaxar. Dica extra: se puder, continue protegida com seu Australian Gold e faça tudo isso em uma espreguiçadeira na praia ou no parque. A experiência é revigorante!

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Opinião | A cura vem da alma

Eu sempre tive uma inquietude sobre como nós, enquanto humanidade, costumamos olhar para muitas questões da vida de modo fragmentado, paliativo e pouco integrado. E quando eu procuro uma compreensão sobre as doenças, nunca me conformei apenas com um diagnóstico clínico e médico em mãos.

Esses questionamentos me levaram a indagar, buscar respostas e expandir compreensões para além do que costuma ser cientificamente comprovado — aliás, não se pode negar a importância nem negligenciar questões médicas, pois estamos falando aqui de algo que já está manifestado na fisicalidade. Mas indo além do campo físico e químico, qual seria — do ponto de vista espiritual e energético — a origem ou a causa de uma doença física?

Antes das reflexões centrais, eu queria evocar e saudar um olhar para as boas memórias afetivas presentes em qualquer processo, por mais doloroso que ele possa ser. Há uma singela beleza contida nele; uma enfim vulnerabilidade do ser; e a brilhante capacidade que o ser humano tem de se transformar por inteiro. Não só um indivíduo, mas todos a sua volta. Eu penso nas histórias que doenças podem ser catalisadoras da transformação e uma mensageira da alma, daqueles que de algum modo, pararam enfim pra ouvi-la.

E SE UMA DOENÇA VEM DA ALMA?

<span class="hidden">–</span>Spencer Selover/Pexels

Absolutamente nada existe por acaso e tudo faz parte de um plano que nossa alma acordou antes de nascer aqui. Criamos doenças como reflexo das emoções, sentimentos e pensamentos? Seria um alerta do eu superior sinalizando que o caminho está distante demais da essência? Ou um chamado para acolher e resolver conflitos familiares e internos? E para onde foram ou onde estão cristalizados tantos sentimentos acumulados, palavras não ditas e desequilíbrios? Será que absolutamente nada se conecta com os padrões históricos das vidas passadas ou com a hereditariedade/ancestralidade? E porque não, ter a capacidade de compreender as doenças, curá-las e reescrever a história?

 “Quando você deixar de resistir ao seu coração e se render, verá que mesmo a coisa mais dolorosa é um presente. O passo que você dá para fugir da dor pode levá-la a um limiar. E quando você cruza esse limiar, pode nunca mais voltar a dormir.”

(Passagem da série The Gift/O Segredo do Templo, do Netflix)

São mesmo tantas e tantas possibilidades, que não se poderia aqui chegar em algo conclusivo. Mas a intenção é genuína. Podemos acolher, ampliar o olhar e a compreensão sobre as doenças com a existência de um leque expressivo, múltiplo e subjetivo de razões e possibilidades para além do que se tem conhecimento ou consciência.

Transformar a si ou transformar-se: não poderia mesmo ser um mergulho para amadores. Se estamos aqui, pode ser transformador.

RECAPITULANDO

<span class="hidden">–</span>Artem Beliaikim/Pexels

Eu expliquei no artigo de junho que todos os seres estão envoltos de um campo eletromagnético ou campo áurico (aura), formado por linhas de energia e vibração que partem do coração e refletem energeticamente nosso estado interior através de uma malha que fica situada a nossa volta — ela reverbera tudo o que sentimos, pensamos e vivemos.

Nosso corpo físico manifesta na fisicalidade — com o papel de uma usina — nossos demais corpos (mental, emocional, espiritual, etc), pois eles são todos interligados. Se tudo o que emanamos, sentimos, pensamos e vivemos está no nosso campo vibracional e reflete na fisicalidade, isso significa que um certo nível de desequilíbrio do nosso campo natural ou que os registros históricos que guardamos de outras vidas podem criar, consequentemente, um estado disfuncional biológico. Uma doença.

UMA PAUSA, UMA CANÇÃO

O avião pousa e olho para o céu desta frenética cidade de São Paulo. Aqui estou após seis meses fora. Um céu bem cinza e fechado, como se refletisse o clima da imensidão de vidas que se cruzam mais abaixo nas ruas e se entreolham nas janelas por trás dos vidros e máscaras. No carro, olho como quem assiste um filme passar, bem diante dos meus olhos. Sinto ao redor todo o emaranhado caótico e gigantesco de sentimentos, pensamentos, pressa, medo, anseios e esperanças. Vejo olhares de pessoas adormecidas e adoecidas pelo vazio da alma.

Senti de estar nesta semana aqui, em contextos tão peculiares e absolutamente nada por acaso. Aliás, já disse que cada pauta que escrevo, minha vida desdobra em acontecimentos sobre o tema? Entrei em um hospital nas imediações da Av. Paulista — vim visitar uma amiga muito querida com câncer.

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Depois de tudo, eu queria compartilhar alguma música que traduzisse minha leitura. Poderia escolher uma que eu já tenha ouvido, mas optei pelo que viesse “aleatoriamente”. Procurei “cura” no Spotify. Selecionei uma delas e ouvi: Bingo!

Música Cura Você – Ouvir no Spotify

CONSCIÊNCIA, A CHAVE PARA A CURA

<span class="hidden">–</span>VH S/Pexels

Kryon, canalizado pelo engenheiro Lee Caroll, fala que possuímos uma inata – um corpo inteligente – que responde, repete, regenera e reflete energeticamente de acordo com nossa consciência.

Fala ainda que existem 04 atributos básicos para explicar a habilidade de cura do ser humano: química (nosso corpo responde como uma usina); hereditariedade (herdamos uma predisposição genética que poderia ser alterada consciencialmente); padrão akáshico (repetição de vidas passadas, tal como dons e talentos) e consciência (conexão com nossa alma e a percepção sobre tudo).

Os dois primeiros têm aspectos físicos da tridimensionalidade, enquanto os dois últimos são mais metafísicos e esotéricos. A consciência tem, por si, a capacidade de alterar os outros três atributos.

Como alusão, poderíamos dizer que nosso corpo seja apenas um veículo. Que podemos seguir as rotas que nos ensinaram. E podemos ainda seguir rotas que passamos a conhecer. Decidimos se mantemos elas ou se preferimos modificá-las por caminhos mais curtos, longos ou interessantes pra nós. Motorista é a consciência que dirige e pode modificar todos os demais atributos.

Música Deixa Limpar – Ouvir no Spotify

Vivemos em um contexto planetário muito importante e ímpar para aprender, compreender, liberar e curar nossas dores. As energias estão potencializadas e trazendo à tona aquilo que precisa ser visto e revelado – ainda mais no ano regido pelo sol. Compreender e acessar a cura da alma é o convite para um mergulho profundo do renascer – nascer de novo para nossa essência, quem somos e o que fazemos aqui.



Sobre o autor

Mateus Morais é formado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e tem atuado nos últimos anos com Marketing de Projetos em grandes organizações. É facilitador da imersão Despertar da Vida com Propósito, uma jornada de vivências de autoconhecimento. Estuda sobre espiritualidade e desenvolvimento humano e realiza consultoria sobre empreendedorismo consciente e sessões de Cura Interdimensional. Você pode acompanhá-lo pelo Instagram.

 

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Dietas de outros países: vale a pena adotar?

É uma delícia se aventurar e experimentar refeições de diferentes lugares do mundo. Mas importar para seu prato a dieta mediterrânea ou a japonesa, consideradas modelos de alimentação saudável, pode não trazer os mesmos benefícios pra você que os oferecidos aos nativos dessas dietas de outros países.

É o que aponta um estudo publicado no periódico americano Genetics. “A forma como você absorve o carboidrato e a gordura, por exemplo, depende da sua carga genética e etnia”, explica a endocrinologista Isabela Bussade, do Rio de Janeiro.

Por isso, um mesmo alimento interfere de maneira diferente na saúde (e na balança) de uma italiana, uma oriental e uma brasileira. Claro, não faz mal procurar referências de bons hábitos alimentares lá fora, desde que você mantenha no cardápio os itens aos quais seu organismo já está adaptado.

Como adaptar as dietas de outros países para a nossa realidade

<span class="hidden">–</span>Claudia Totir/Getty Images
  • Mediterrânea 

No lugar de salmão, azeite de oliva e noz, invista em sardinha, milho, tapioca e outros alimentos nutricionalmente próximos aos da dieta original, só que mais baratos e acessíveis por aqui. Aposte nas verduras, legumes, frutas, leite e derivados desnatados; consuma com menos frequência arroz, feijão, macarrão, pão, cereais e biscoitos simples; e coma somente de vez em quando carne, frango, óleo composto (soja e azeite), castanha e itens com mais sódio, açúcar, gordura saturada e colesterol. Ficam de fora da dieta os alimentos industrializados com gordura trans (sorvete, biscoito recheado, salgadinhos) e alto teor de sódio (congelados, embutidos) ou de açúcar (balas, doces).

  • Nórdica

Para adaptar essa dieta, as “berries” podem ser substituídas por frutas vermelhas brasileiras ricas em polifenóis: jabuticaba, amora, romã, pitanga, morangos orgânicos, além de outras fontes já bem consumidas pelos brasileiros (cebola, repolho, batata-inglesa, manga, mamão papaia, tangerina, laranja, banana e abacaxi). Priorize peixes ricos em ômega-3 quando for ao mercado (atum, sardinha, salmão e arenque). O óleo de canola e o azeite de oliva extra-virgem vão no lugar do óleo de colza, uma vez que têm ácidos graxos insaturados. Para os grãos integrais, aposte em: aveia não-transgênica, sementes (chia, girassol, abóbora) e leguminosas (feijões, ervilha, lentilha e grão-de-bico). “As frutas e vegetais, em geral, devem ser orgânicos para reduzir a exposição aos compostos químicos maléficos à saúde, denominados xenobióticos”, lembra a nutricionista.

  • Japonesa 

Os japoneses são conhecidos não somente pelas escolhas alimentares altamente nutritivas, como também por fazerem opções saudáveis no dia a dia. Por que não adotá-los também? Vale repensar a lista do supermercado para ter pouca oferta de produtos industrializados e processados na despensa; caprichar no consumo de peixes; preferir as sobremesas pouco açucaradas e abusar das diferentes texturas dos pratos!

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Receita de quibe vegano com cebolas caramelizadas

A Cá Botelho (@chefcabotelho) já está presente por aqui há algum tempo, sempre deixado todo mundo com água na boca graças às suas receitas coloridas, nutritivas e muito saborosas. Contudo, hoje é a primeira vez que ela indica um prato como colunista oficial da BOA FORMA! E para fazer a sua estreia, a especialista em gastronomia orgânica e vegetal e coordenadora da Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) ensina uma receita de quibe vegano com cebolas caramelizadas. Confira:

Receita de quibe vegano com cebolas caramelizadas, por Cá Botelho

Ingredientes do quibe: 

  • 2 berinjelas;
  • 1 colher (sopa) de tahine;
  • Sal a gosto;
  • 1 xícara de hortelã picado;
  • 1 xícara de quinoa cozida (pode ser também trigo ou arroz que sobrou na geladeira);
  • 1/2 limão;
  • 1 cebola ralada;
  • 2 dentes de alho ralados;
  • 1 colheres (sobremesa) de zaatar (opcional).

Ingredientes das cebolas caramelizadas: 

  • 2 cebolas;
  • 2 colheres (sopa) de melado;
  • 1 colher (sopa) de água.

Modo de preparo: 

Para o quibe: Queime a casca de 1 berinjela na boca do fogão, espere esfriar e remova com uma colher ou com a mão. Corte a outra ao meio (longitudinalmente), passe a faca várias vezes na parte da polpa e regue com azeite. Leve ao forno preaquecido a 180 graus por 40 minutos. Depois, remova a polpa com a ajuda de uma colher, coloque em uma vasilha e acrescente a outra berinjela, amassando com a ajuda de um garfo. Acrescente todos os outros ingredientes, passe-os para uma assadeira e leve ao forno novamente (180°C) por 35 minutos.

Para as cebolas: Corte as cebolas em fatias bem fininhas. Coloque-as na panela com o melado e a água em fogo baixo e tampe. Deixe por 10 minutos, ou até elas ficarem transparentes e moles. Acrescente água se secar. Depois de prontas, coloque-as no quibe e sirva.

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Receita fácil e rápida de torta de camarão e palmito in natura

Tortas salgadas não são tão fáceis de fazer. Primeiro, você tem que preparar a massa, depois o recheio, depois montar… É pensando em simplificar esse processo que a chef Carolina Reis, do @instadetox, criou uma receita fácil e rápida de torta de camarão e palmito in natura. Confira:

 

Torta de camarão e palmito

Ingredientes:

  • Palmito in natura
  • Cebola picada a gosto
  • Cebolinha picada a gosto
  • Um fio de azeite
  • 2 latas de atum
  • 2 xícaras de camarão limpos sem a casca
  • 4 ovos
  • Sal rosa a gosto
  • Pimenta do Reino a gosto
  • 2 xícaras de queijo ralado de sua preferência
  • Alho Poró a gosto

Preparo

  • Preaqueça o forno em temperatura média (180º) antes de iniciar o preparo.
  • Em uma frigideira grande, refogue o palmito com a cebola e cebolinha no azeite.
  • Adicione o atum, camarões, ovos, temperos, queijo ralado, cebolinha verde e alho poró.
  • Agora é só ir para o forno e esperar dourar (cerca de 20 minutos). O ovo e o queijo vão criar a crosta durinha que faz o prato ganhar o status de torta in natura.

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7 passos para se tornar vegano

Seja por motivos de saúde ou amor aos animais, o veganismo é um movimento que vem crescendo ao redor do mundo. Por esse motivo, conversamos com especialistas e separamos sete primeiros passos para se tornar vegano de maneira saudável.

1. Entender os benefícios de se tornar vegano

O primeiro passo é entender qual é sua motivação. Ajudar o meio ambiente? Empatia pelos animais? Estilo de vida mais saudável?  Compreender o que você busca com isso vai ajudá-lo a se manter motivado e, para isso, nós damos um empurrãozinho te ensinando os benefícios do veganismo para o organismo:

Ao parar de consumir alimentos de origem animal, seu corpo passa por mudanças positivas. Há uma melhora do funcionamento intestinal, diminuição do risco de doenças crônicas, melhora na digestão, diminuição dos níveis de colesterol ruim e açucares no sangue, diminuição na incidência de asma e bronquite, além de atenuar e até mesmo diminuir a ansiedade. Além disso, a alimentação livre de derivados animais promove a diminuição de inchaços e inflamação corporal, trazendo benefícios para sua pele e diminuição do peso corporal.

“A alimentação vegana é bem menos inflamatória que uma alimentação onívora”

“A alimentação vegana é bem menos inflamatória que uma alimentação onívora. Feita adequadamente, todos os nutrientes (exceto vitamina B12) são absorvidos e muito bem aproveitados” Comenta a nutricionista Mariana Verçosa.

 

2. Saber se você pode adotar

Segundo a Nutricionista Lilian Pierreti, para idosos acima de 70 anos, mães em período de amamentação, pessoas com restrições alimentares ou portadoras de doenças graves, adotar uma dieta sem carne e seus derivados não é indicado.

Lilian explica que, por conta da deficiência de algumas vitaminas e minerais (como cálcio e ferro essenciais) na faixa etária de 70 anos ou mais, há problemas de osteoporose e, portanto, para quem quer adotar ao estilo de vida, é necessário fazer a reposição de cálcio através de comprimidos via oral.

Já as nutricionistas Nathalia Barros e Gabriela Parise, informam que segundo o posicionamento da Academia de Nutrição e Dietética Americana, as dietas vegetarianas e veganas “São apropriadas durante todas as fases da vida, incluindo gestação, lactação, infância, adolescência, adultos, idosos e atletas. Quando bem planejadas (fornecendo boas fontes de macro e micronutrientes) são saudáveis, nutricionalmente adequadas e pode promover diversos benefícios à saúde para a prevenção e tratamento de algumas doenças. São opções também mais ambientalmente sustentáveis”

Por isso é sempre bom consultar um médico para que ele indique se é indicado para você adotar a dieta vegana ou não.

 

3. Consulte um nutricionista

A transição não é algo fácil. Consultar uma nutricionista (de preferência que tenha maior conhecimento desse padrão alimentar), além de facilitar o processo, pode evitar problemas de adaptação como a baixa ingestão de micronutrientes como Vitamina A, E, D, K, complexo B, entre outras que, quando em falta no organismo, ocasionam na queda de cabelo, sangramento da gengiva, baixa força muscular, baixa imunidade e até mesmo depressão.

Queda de cabelo, sangramento da gengiva, baixa força muscular, baixa imunidade e até mesmo depressão são consequências de uma dieta vegana mal-administrada

Também com a ajuda de um profissional, você vai saber a maneira certa de suplementar a vitamina B12, um nutriente essencial, mas pouco encontrado nos alimentos de origem vegetal. Quando ele está em falta no organismo, gera sintomas de depressão.

Muitas pessoas ao iniciar uma dieta vegana sem acompanhamento médico podem cometer o erro de trocar os alimentos de origem animal por o consumo excessivo de carboidratos refinados, e muitos produtos industrializados que, muitas vezes apresentam uma composição nutricional inadequada, como excesso de gordura, sal, apenas por apresentarem no rótulo “vegano”.  Isso pode trazer diversos riscos à saúde e aumento do peso.

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4. Faça uma bateria de exames

É importante fazer exames como um hemograma completo, ferro, ferritina, vitamina D e B12 antes de começar uma dieta vegana para ter certeza que você está consumindo-os de maneira correta para não ter nenhum problema de saúde na transição. É recomendável que os exames sejam feitos a cada seis meses. (E isso não é só para aqueles que seguem uma dieta a base de plantas, viu? É importante que onívoros façam o mesmo acompanhamento por precaução.)

 

5. Esteja disposto a mudar

O veganismo vai muito além da alimentação, é uma filosofia e um estilo de vida que visa excluir toda e qualquer crueldade e exploração animal em qualquer área. E, para isso acontecer, é necessário criar o hábito de ler rótulos para se certificar que nenhum componente naquele alimento (ou produto) é de origem animal. Estar disposto a passar alguns minutos a mais na cozinha, pois a base da alimentação vegana consiste em frutas, verduras, legumes e oleaginosas, que demandam um tempo a mais para cozinhar. E, claro, experimentar novos sabores, pois, por mais que exista diversas substituições para alimentos de origem animal (alguns que até imitam o gosto do original), o sabor nunca será o mesmo.

 

6. Desmistifique o veganismo

Existem discussões sobre a acessibilidade de uma dieta vegana e a construção da ideia de que ela é mais cara mas os especialistas não concordam totalmente com isso: “depende, a variação alimentar é muito maior. Tendo maior variabilidade, isso também engloba o financeiro. Não é possível afirmar que é mais caro, mas também não se pode afirmar que é mais barato. Isso vai da realidade de cada indivíduo, para alguns é o triplo do valor pois eles têm preferência por determinados legumes e vegetais. Para outros, é 3x mais barato”, menciona Mariana Verçosa. Afinal, o combo clássico arroz + feijão é vegano.

Faça suas próprias compras em feiras ou sacolões, cozinhe sua própria refeição e pense em comida de verdade sem complicações. Para as nutricionistas Nathalia Barros e Gabriela Parise, a alimentação vegana baseada em alimentos e não produtos alimentícios (como manteigas, queijos, congelados veganos) além de ser sustentável, também é mais viável.

Hoje em dia existem diversas páginas no instagram promovendo um veganismo acessível, como o @veganoperiferico, página fundada por dois irmãos que dão dicas de refeições, como encontrar produtos veganos longe das metrópoles e manter a simplicidade nesse estilo de vida, e a @mussinha_carol, que ensina receitas práticas e fáceis.

7. Pegue leve com você mesmo

A mudança não vai vir da noite para o dia, é um processo. Comece devagar, adotando o projeto segunda sem carne, testando novos sabores, receitas e substituições veganas para pratos que são de origem animal, se informe e siga páginas de conteúdo vegano para inspiração.

Procure restaurantes plant-based e vegetarianos para conhecer a diversidade da culinária vegana, pois muitas pessoas ainda acreditam que uma alimentação a base de plantas é composta apenas de salada  e isso pode expandir seus horizontes.

E não se esqueça: a mudança é feita um passo de cada vez.

 

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Mulher com alopecia que dormia de peruca finalmente sai sem ela

Uma mulher de 25 anos que perdeu todo o cabelo aos 17 abandonou a peruca. Jess Newman, da Inglaterra, começou a perder alguns fios de cabelo aos 15 anos devido a uma condição chamada alopecia, mas os médicos na época creditaram o fenômeno à puberdade.

No entanto, aos 16 anos, após encontrar com o pai que ela não via desde bebê, seus cabelos começaram a cair em montes, a deixando quase totalmente careca no ano seguinte. Isso porque a alopecia é uma doença auto-imune que tem o stress como um dos gatilhos.

Jess ficou com tanta vergonha da sua aparência que não conseguia olhar para si mesma sem peruca, até mesmo dormindo com o acessório. “Mesmo que eu estivesse de peruca, usava uma boina para sair porque eu achava que todos estavam olhando para mim e sabiam que era uma peruca”, diz.

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Na faculdade, ela parou de sair e até mesmo de ir a algumas aulas, pela vergonha de que perceberiam, apesar de ela usar sempre a mesma peruca loira e comprida, para que acreditassem que era sempre o cabelo dela. Ela também tatuou as sobrancelhas para que ninguém soubesse de sua condição.

Somente durante a pandemia e sem sair de casa, Jess teve coragem de postar uma foto de si mesma sem a peruca no seu Instagram. Ela recebeu um grande apoio nas redes sociais e até relatos de outras garotas com alopecia que viram nela uma inspiração.

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Em agosto, a instituição Alopecia UK a convidou para um desafio: sair sem peruca 15 vezes e postar em suas redes sociais, para trazer conhecimento à doença. Até agora, seus posts já conseguiram arrecadar mais de mil libras em doações para a instituição.

Sua nova confiança a encorajou a experimentar mais com a moda e maquiagem também e ela até mesmo está tentando uma carreira como modelo. “Eu estou numa jornada e não sei se vou abandonar a peruca para sempre mas estou orgulhosa de mim mesma por finalmente acreditar que uma mulher careca pode ser linda!”, diz.

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Dieta Ayurveda: descubra seu dosha e os alimentos para equilibrar o corpo

Você ouve falar em genoma, DNA, mapeamento humano e fica surpresa com a possibilidade de a medicina moderna mapear algumas expressões genéticas que herdamos dos nossos pais – a de acumular gordura na cintura, por exemplo. Mas consegue imaginar que essa mesma medicina de ponta comprova os conceitos da ciência indiana milenar, a ayurveda? Pois é isso o que está acontecendo. “Só agora, com a descrição dos genes, temos certeza de quando uma pessoa tem sensibilidade a determinado alimento, não consegue reagir bem ao frio ou ao calor e apresenta predisposição a certas doenças ou a engordar. E os sábios indianos já faziam isso de maneira empírica – a partir das características físicas e do temperamento do paciente”, explica a médica Vânia Assaly, de São Paulo.

Diretora científica da Latin American Lifestyle Medicine Association (Lalma), ela apresentou o assunto no 5° Meeting Brasileiro de Nutrição Estética, em São Paulo, e mostrou que a relação entre as duas ciências encurtou o trabalho dos pesquisadores atuais: “Em vez de partirmos do zero, estudamos as ervas e especiarias (a cúrcuma é uma delas) já aplicadas pela ayurveda como ‘antídotos’ contra os desequilíbrios do organismo”, complementa Vânia.

Talvez você nem desconfie, mas já coloca em prática algumas das estratégias indianas. Começar o dia com um shot digestivo e apostar na masala (mistura de especiarias) para intensificar o bulletproof do pré-treino vêm da ciência milenar, responsável, por exemplo, pelo corpão da atriz Grazi Massafera pós-gravidez e pela energia extra dela para os exercícios.

 

Dieta Ayurveda: Cada um, cada um

Mas não vale copiar o cardápio da amiga: individualidade é a palavra-chave. Na ayurveda, cada um de nós tem seu próprio dosha (tipo de temperamento), geralmente regido por dois dos cinco elementos da natureza: água, fogo, terra, ar e espaço. Se você se irrita com facilidade, provavelmente é pitta (fogo
+ água) – os outros dois doshas são vata (ar + espaço) e kapha (terra + água).

“Eles influenciam a personalidade, o metabolismo, a estrutura física e até a forma como interagimos com o ambiente e com as outras pessoas”, explica a terapeuta ayurveda e culinarista funcional Xanda Fogaça, de São Paulo. Por isso a importância de eles serem mantidos em equilíbrio, o que é feito com alimentos e atividade física.

Apesar de o método estar em evidência, ainda são poucos os nutricionistas que montam um plano alimentar com as táticas de equilíbrio dele – e mesmo os profissionais que recorrem a elas recomendam apenas o básico. “Eu mesma tomo um shot digestivo (à base de gengibre – um curinga na ayurveda) ao acordar e tempero a comida com muitas especiarias”, diz a nutricionista curitibana Astrid Pfeiffer, que estudou na Índia
 e também apresentou palestra sobre 
a alimentação milenar no Meeting de Nutrição Estética.

Um tratamento mais intenso (geralmente com jejum, chás e massagens), segundo Astrid, deve ser realizado com acompanhamento de um médico especializado. Mas suas pacientes sempre saem do consultório pelo menos com um cardápio que inclui ervas e especiarias específicas para o dosha. E, no retorno, o relato dos efeitos são quase sempre positivos: melhora na textura da pele e na digestão – muitas delas deixam de sentir aquele estufamento no fim das refeições. Não é só isso: “O organismo passa a reter apenas o que precisa, sem acumular restos”, complementa Xanda. Tchau, gordurinhas!

Caminho das Índias

Alta, magra e perfeccionista? Algumas pessoas arriscariam dizer que seu dosha é pitta. Porém, o diagnóstico depende da avaliação da pulsação feita por um profissional experiente. Depois disso, você pode colocar em prática alguns princípios na alimentação. Aqui, reunimos sugestões para equilibrar seu organismo.

Você acha que é meio vata, meio pitta? “Geralmente 
as pessoas apresentam dois tipos de dosha”, explica Astrid Pfeiffer. E, dependendo do momento da vida, um terceiro pode se sobrepor aos dois primeiros, causando descompasso – stress, medicamentos, doenças, má alimentação e sobrepeso tendem a causar esse efeito. Mas certos ajustes na dieta devolvem o estado normal. Ufa!

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Dieta Ayurveda: se seu dosha é…

Kapha

  • Elementos: terra + água.
  • Atributos: estrutura física forte e larga, com tendência à obesidade. O sedentarismo pode levar à apatia.
  • Sintomas de desequilíbrio: má digestão, cansaço excessivo, sobrepeso.
  • Coma mais: verduras, legumes e outros alimentos com bastante fibra.
  • Consuma menos: alimentos muito salgados ou muito doces e massa.
  • Sabores ideais: doce (vindo dos legumes), levemente salgado, ácido.

GUIA DE COZINHA

“O metabolismo mais lento de kapha deve ser compensado com temperos como gengibre e pimenta caiena”, indica a nutricionista Vitória Falcão, de São Paulo.

  • Frutas: prefira as secas, mas cuidado com as muito doces.
  • Verduras, grãos, leguminosas e lácteos (leite, queijo, iogurte): modere na porção, sempre acompanhada da masala (ou temperos para kapha).
  • Oleaginosas: coloque no prato esporadicamente.
  • Óleos: prefira o de mostarda, girassol ou canola.
  • Adoçantes: mel (com mais de seis meses) e estévia.
  • Temperos: canela, gengibre, coentro e pimenta caiena – ou faça sua masala kapha.

 

Dieta Ayurveda: se seu dosha é…

Pitta

  • Elementos: fogo + água. 
  • Atributos: Pense em uma pessoa agitada! Você tem alto nível de energia e pouca paciência. Também ganha massa magra com facilidade.
  • Sintomas de desequilíbrio: gastrite, ardência na pele ou excesso de sede.
  • Coma mais: frutas e folhas verdes.
  • Consuma menos: alimentos condimentados e apimentados, além de alho e cebola.
  • Sabores ideais: doce e amargo.

GUIA DE COZINHA

“Para trazer o sabor doce aos pratos salgados, use vegetais como abóbora cozida. Complete com ervas refrescantes, hortelã e manjericão, por exemplo”, diz Vitória.

  • Frutas: priorize as frescas e doces, evite as ácidas.
  • Verduras: folhas cruas. Grãos: não consuma quentes ou fritos.
  • Leguminosas: são bem digeridas.
  • Oleaginosas: em pequena quantidade.
  • Laticínios: bem-vindos, mas prefira os queijos menos salgados.
  • Óleos: girassol, oliva e coco em dose moderada, além de ghee (manteiga clarificada).
  • Adoçantes: sabores doces em geral acalmam.
  • Temperos: erva-doce, semente de mostarda, cominho e coentro – ou faça sua masala pitta.

 

Dieta Ayurveda: se seu dosha é…

Vata

  • Elementos: ar + éter.
  • Atributos: ágil e leve (estrutura mignon e poucos músculos). Com um metabolismo rápido, é difícil ganhar peso.
  • Sintomas de desequilíbrio: intestino preso, gases, perda de peso excessiva, agitação, insônia, ansiedade e fraqueza.
  • Coma mais: alimentos oleosos e pesados, como sopas encorpadas e cremes.
  • Consuma menos: alimentos crus e preparações geladas. 
  • Sabores ideais: amargo, adstringente e picante.

GUIA DE COZINHA

“As especiarias certas deixam até as sobremesas mais quentes (ideais para vata). Experimente bater abacate com canela e leite de amêndoas”, sugere Vitória.

  • Frutas: frescas e doces.
  • Verduras e leguminosas: cozidas com óleos vegetais e temperadas com a masala para vata.
  • Laticínios: Precisam ser consumidos com o antídoto (masala ou temperos para vata).
  • Grãos: bons em qualquer tipo de preparação.
  • Oleaginosas: em pequenas porções, pois são difíceis de ser digeridas.
  • Óleos: o de gergelim é o melhor, além da ghee (manteiga clarificada).
  • Temperos: cominho, cardamomo, pimenta-preta e coentro – ou faça sua masala vata.

 

O segredo do tempero

Ao sentir o cheirinho da comida indiana, dá para notar a diversidade de especiarias no prato, que procura conter seis sabores (um a mais do que aqueles aos quais estamos acostumadas): amargo, picante, doce, salgado, ácido e adstringente. “Assim, ele estimula pontos diferentes da língua relacionados a funções distintas do organismo”, explica Xanda. Porém, o ideal é que alguns sabores sobressaiam de acordo com o dosha. Outra opção é preparar uma masala própria para seu perfil e temperar com ela a comida do dia a dia.

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Como acolher e impulsionar mudanças

Tudo está se transformando o tempo inteiro. Do micro ao macro, todos os seres estão em completa transformação, crescimento, regeneração e evolução — são ciclos e cursos da própria natureza que começam e terminam, para então recomeçar, equilibrar e seguir, já que na criação nada permanece da mesma forma. Nessa coluna, vamos falar sobre como acolher e impulsionar essas mudanças.

Especificamente sob o olhar do desenvolvimento humano, mudar sempre vai ser fundamental para que nosso crescimento e evolução ocorram, pois novas experiências nos permitem explorar territórios além dos que já são conhecidos ou confortáveis pra nós. Às vezes, é uma boa hora para mudar de hábito, de casa, relacionamento, trabalho, crenças, cidade ou se abrir para ter novas compreensões sobre a vida. Mudar os móveis de lugar, adotar uma nova forma de consumir, de se alimentar e de cuidar de si também são mudanças que podem ser muito benéficas.

Mas e quando somos pegos de surpresa por uma necessidade de mudança que não estava sendo prevista? Adotamos uma postura que contribui para que o processo traga lições importantes e seja mais fluido ou podemos arrastar e tornar tudo um pouco mais sofrido? Depende muito da nossa abertura ou disposição para mudar, da forma como encaramos uma mudança e do que escolhemos colher desse plantio.

Mudanças: a vida é impermanência

Mudar as coisas em torno de você faz parte da vidaKlaus Vedfelt/Getty Images

O primeiro e grande passo sempre vai ser o reconhecimento de que nós estamos aqui para evoluir e crescer constantemente. Se tudo muda o tempo inteiro e nós também somos parte dessa criação que evolui por si, também podemos e devemos nos mostrar de peito aberto para reconhecer quando é a hora de mudar ou até para aceitar e acolher uma mudança necessária. A vida não é essa permanente normalidade, regida sob normas que nós mesmos criamos dentro de zonas seguras. A vida é impermanente e precisamos aceitar isso.

Permanecer onde está pode ser mais sofrido

A dor às vezes vem pra desconstruir justamente o que tínhamos como certo ou para indicar que algo não vai bem

É como se o universo esperasse que déssemos o passo que só a gente pode dar, para tudo fluir e acontecer. Se receamos ou adiamos demais, parece que nosso cinto aperta até que uma ação seja tomada, já que o fluxo natural é fluidez, compreensão, aprendizado e evolução.

É verdade que algumas mudanças são dolorosas, sabemos que a dor existe e está ali trazendo lições preciosas, mas o estado de sofrimento por ela é opcional. Nossas crenças, resistências e apegos tornam uma mudança mais sofrida, então seria bom refletir nesses casos. A dor às vezes vem pra desconstruir justamente o que tínhamos como certo ou para indicar que algo não vai bem.

O tempo certo e a coragem para mudar

Dê aquele passo para fora da sua zona de confortoKlaus Vedfelt/Getty Images

Cada eu superior tem uma bússola e compasso para orientar uma mudança. Se formos devagar demais, o bonde passa e podemos perder outras experiências. Se formos ansiosos demais, perdemos a valiosa lição que está acontecendo aqui e agora. O importante é procurar silenciar e sentir qual trajetória tomar e o ritmo ideal da mudança.

Tem uma passagem memorável do filme “O Curioso Caso de Benjamin Button” que diz:

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“Para as coisas importantes, nunca é tarde demais, ou no meu caso, muito cedo, para sermos quem queremos. Não há um limite de tempo, comece quando quiser. Você pode mudar ou não. Não há regras. Podemos fazer o melhor ou o pior. Espero que você faça o melhor. Espero que veja as coisas que a assustam. Espero que sinta coisas que nunca sentiu antes. Espero que conheça pessoas com diferentes opiniões. Espero que viva uma vida da qual se orgulhe. Se você achar que não tem, espero que tenha a força para começar novamente.”

A transformação e renascimento vêm com a mudança

 

As histórias mais incríveis e inspiradoras que conheço são de pessoas que souberam se reinventar e se transformaram completamente. A partir de um contexto elas decidiram mudar ou foram impactadas por uma mudança necessária pro crescimento delas, já que do ponto de vista espiritual, absolutamente nada acontece por acaso. Eu me inspiro em pessoas, que sobretudo, estão mais alinhadas em essência para sua livre manifestação no mundo.

Diversas culturas, mitologias e sabedorias ancestrais por todo o planeta retratam o arquétipo da Fênix pela sua capacidade de ressurgir das próprias cinzas

Diversas culturas, mitologias e sabedorias ancestrais por todo o planeta retratam o arquétipo da Fênix pela sua capacidade de ressurgir das próprias cinzas. Um símbolo forte de extrema resiliência, força, sabedoria e com o poder curativo de suas lágrimas medicinais. Essa representação da força do fogo e do movimento resiliente de criação e destruição, nos inspira a transformação em seres cada vez mais fortes, corajosos e iluminados.

Do nosso caos interno pode nascer as grandes transformações da Fênix. Assim como, no caos do mundo está nascendo um mundo novo e emergente, bem no meio de suas velhas estruturas.

O planeta em regeneração

Mudar pode ser o segredo para passar pelas incertezas da vidaKlaus Vedfelt/Getty Images

A Terra está mudando bastante pois adentramos na era de Aquário, conhecida também como Nova Era. Vivemos justamente esse período de transição planetária que é a intersecção entre eras marcada por profundas mudanças e transformações exponenciais. As novas energias que estão aqui desencadeiam em termos astrofísicos, ondas de despertar coletivo de consciência que impulsionam a transformação profunda e completa de tudo. Os velhos paradigmas já não ressoam mais energeticamente com essas novas frequências de energia que estão sendo emanadas e serão predominantes nesta nova era, que é de regeneração.

Para que tudo e todos possam dar lugar ao novo, é preciso deixar o velho ir embora, o que provoca as mudanças coletivas e individuais que estamos vendo se intensificar

Para que tudo e todos possam dar lugar ao novo, é preciso deixar o velho ir embora, o que provoca as mudanças coletivas e individuais que estamos vendo se intensificar. Se o intuito é evolução, mudanças serão sempre muito bem vindas. Do ponto de vista espiritual, sem dúvida, vivemos e mergulharemos em décadas de muita transformação para a humanidade.

Para não esquecer

  • Mudanças permitem novas perspectivas que trazem mais aprendizado e amadurecimento;
  • É preciso aceitar que a vida é impermanente por si, então procure viver de peito aberto;
  • Nosso eu superior no fundo sabe o que precisa ser mudado — ele nem apressa, nem adia pois há o tempo certo;
  • A gente muda o mundo mudando a gente. O que vemos no coletivo normalmente é a soma e o reflexo emanado individualmente por todos os seres que aqui estão. Por isso, dizemos também que a verdadeira mudança ocorre de dentro pra fora;
  • Há os que resistem em mudar, os que aceitam a mudança e também os que impulsionam o processo como agentes de transformação;
  • Temos uma capacidade inata de nos transformar e renascer mais fortes e resilientes, como nos ensina o arquétipo da Fênix;
  • O mundo está mudando exponencialmente pois energeticamente estamos adentrando em um momento planetário novo, com novas energias que pulsam e irradiam a transformação que precisamos.

Ancore-se cada vez mais na sua resiliência e sabedoria interior e espiritual para permitir que as ondas da mudança se manifestem fluidamente em seu campo. Resistir em mudar pode ser um desperdício de oportunidade ímpar de crescimento, maturação e desenvolvimento da alma. Nascemos e estamos aqui para sermos felizes, livres e essencialmente conscientes.

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9 alimentos para incluir no café da manhã se você quer emagrecer

“Café da manhã é a refeição mais importante do dia” é um ditado já famoso e há um bom motivo para isso: dependendo dos alimentos que você escolhe para a refeição, isso vai te dar mais energia durante o dia e até acelerar seu metabolismo. Aqui, a nutricionista Amanda Joani Maffei lista 9 alimentos para incluir no café da manhã se você quer emagrecer.

1. Ovo

Rico em proteína e gorduras boas, garante saciedade ao longo do dia. Também possui vitaminas do complexo B, responsáveis por conferir mais energia para cumprir atividades rotineiras. Sugestão: 2 unidades.

2. Cereais integrais

Eles reduzem o índice glicêmico da refeição, aumentando a saciedade até o almoço. Além disso, contribuem para o funcionamento do intestino, desinchando a região abdominalSugestão: 3 colheres de sopa.

Leia mais: Cereal matinal: conheças as vantagens de consumir uma xícara por dia

3. Iogurte natural

Ele não contém conservantes e é fermentado por bactérias que ajudam na flora intestinal. “Essa versão também possui proteínas e gorduras que fazem com que você sinta menos fome”, explica Amanda Joanni Maffei, nutricionista da Estima Nutrição, em São Paulo. Sugestão: 1 pote individual.

4. Gengibre

Ótima opção para levantar da cama com o metabolismo já acelerado. “Adicione-o a sucos para estimular a termogênese do corpo”, sugere a especialista.  Sugestão: 0,5 cm batido em sucos.

Leia mais: Gengibre é bom pra quê?! A gente conta – e ensina a consumir

5. Café

Aposte na bebida para despertar o organismo e turbinar sua concentração para o restante do dia. Só não vale adoçar. Ah, e vale lembrar que esse queridinho das brasileiras também é termogênicoSugestão: 1 xícara pequena.

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6. Abacate

Se você é daquelas que vive beliscando um petisco aqui e um lanchinho ali, não deixe de saborear a fruta no café da manhã. “O abacate contém vitaminas e minerais que controlam a compulsão alimentar”, explica Amanda. Sugestão: 3 colheres de sopa.

Leia mais: 4 motivos para você comer abacate

7. Tapioca

Use-a como substituta do pãozinho matinal para reduzir o índice glicêmico da refeição e controlar a liberação de glicose, que, em excesso, acaba sendo usada pelo corpo para inflar os pneuzinhos. Sugestão: 2 colheres de sopa.

8. Salada de frutas

“Ideal para iniciar o dia com um boom de vitamina, minerais e antioxidantes para nutrir o corpo e deixá-la mais satisfeita”, conta Amanda. Sugestão: 1 pires médio.

9. Suco verde

A opção é perfeita para quem quer começar o dia fazendo um detox geral no organismo e nutrindo as células para as atividades que estão por vir. Sugestão: 1 copo médio

 

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