Bons cosméticos e aquele cabeleireiro descolado fazem milagre pelo seu visual. Mas de nada adianta ir ao melhor salão ou comprar os produtos mais high tech se você não cuidar da saúde do couro cabeludo nem fornecer os nutrientes que os fios precisam para crescer fortes e bonitos com alguns alimentos amigos do cabelo. “O baixo consumo de proteínas, vitaminas e minerais pode levar à perda do brilho, à quebra, queda e até interferir no crescimento do cabelo”, avisa a nutricionista funcional Cristina Martins, da clínica Sara Bragança, no Rio de Janeiro.
Mais: segundo a nutricionista Elaine de Pádua, do Rio de Janeiro, a ingestão de água também é fundamental para levar os nutrientes até o bulbo capilar. Um estudo publicado na revista especializada Dermatology Clinic mostrou que o consumo diário de um filé de carne médio (120 g), que é fonte de proteína, com dois copos de água previne o ressecamento dos fios e a abertura das cutículas, conta a especialista. Mas esse é só um aperitivo do que você pode fazer pelo seu cabelo a partir da alimentação.
1. Alimentos amigos do cabelo: Cenoura
Ela oferece dois nutrientes: o betacaroteno e a vitamina A. O primeiro é um antioxidante que combate a ação dos radicais livres e, assim, evita a queda e a perda de pigmentos que deixariam o cabelo grisalho. Já a vitamina A atua na saúde das células do couro cabeludo, nutrindo-as, e interfere na produção da oleosidade natural do fio.
Quantidade ideal: 1 unidade média por dia.
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2. Espinafre
Por conter ferro, mineral que participa na formação dos glóbulos vermelhos, nutre os folículos capilares. Daí a explicação para a carência da substância provocar a perda de brilho, ressecamento, fraqueza e até queda capilar. “O espinafre é rico em clorofila, que, juntamente com o ferro, ajuda a equilibrar a oleosidade do couro cabeludo, fortalecer a raiz e normalizar o ciclo de crescimento dos fios”, completa Patrícia Davidson Haiat, nutricionista funcional, do Rio de Janeiro.
Quantidade ideal: 1 prato de sobremesa por dia.
3. Aveia
O grão contém silício, mineral capaz de estruturar a queratina, proteína que forma o cabelo. A aveia traz ainda vitaminas do complexo B e zinco. “Enquanto as primeiras otimizam a multiplicação das células do bulbo capilar, favorecendo o crescimento, o segundo ajuda no controle sobre as mudanças hormonais, que podem levar à queda e aos fios brancos antes do tempo”, diz a nutricionista Patrícia.
Quantidade ideal: 1 colher de sopa
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4. Alimentos amigos do cabelo: Salmão
Além da proteína de altíssima qualidade, consuma também devido a boa quantidade de ácido graxo ômega 3 e selênio. Juntos, eles combatem inflamações, protegem o couro cabeludo contra a radiação ultravioleta e melhoram a circulação e a chegada de nutrientes ao bulbo capilar. Carne vermelha e frango também são boas opções de proteína magra.
Quantidade ideal: 1 filé médio pelo menos três vezes por semana.
5. Soja
Também é uma ótima fonte de proteína, nutriente que compõe 97% do cabelo. Se não há quantidade suficiente de proteína, o organismo não consegue produzir novos fios para substituir aqueles que caíram. Há ainda uma alteração do pigmento e da textura das mechas, que perdem a intensidade da cor e ficam opacas, secas, finas e fracas. “Outra vantagem de consumir o grão é que ele oferece biotina, importante nutriente para o desenvolvimento do folículo piloso, o que, na prática, previne que o cabelo fique quebradiço”, diz a nutricionista Elaine de Pádua.
Quantidade ideal: 3 colheres de sopa por dia.
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6. Laranja
O benefício para o cabelo está na parte branca que envolve os gomos, a chamada pectina. Ali ficam as fibras que vão ajudar a varrer para fora do organismo as toxinas, que, em excesso, contribuem para o aumento da oleosidade e o aparecimento da caspa.
Quantidade ideal: 1 unidade por dia.
7. Alimentos amigos do cabelo: Morango
A fruta oferece flavonoides e vitamina C, substâncias que ativam a microcirculação sanguínea no couro cabeludo. Resultado: os fios crescem mais rápido, resistentes e menos sujeitos à queda, quebra e ao ressecamento.
Quantidade ideal: 1 xícara de chá por dia.
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8. Iogurte magro
Além de aminoácidos que fortalecem a fibra capilar, o iogurte traz vitaminas do complexo B. Elas favorecem o depósito de queratina no fio, deixando-o mais encorpado e resistente.
Quantidade ideal: 1 copo (200 ml) por dia.
9. Castanha-do-pará
A fruta oleaginosa merece espaço na sua dieta por oferecer zinco: a carência dele deixa o cabelo fino, quebradiço e sem brilho. “Ingerir a dose necessária do mineral proporciona melhor crescimento e desenvolvimento capilar, ajuda reduzir a oleosidade excessiva e previne a descamação no couro cabeludo”, diz a nutricionista Fernanda Granja, de São Paulo.
Quantidade ideal: 2 unidades por dia.
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10. Alimentos amigos do cabelo: Agrião
A hortaliça fornece MSM, que é a forma biodisponível do enxofre. “O mineral é necessário para a manutenção e a produção da queratina. Também possui ação anti-inflamatória, o que ajuda a evitar a caspa”, diz a nutricionista funcional Cristina Martins.
Quantidade ideal: 1 xícara de chá por dia.
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Inimigos do cabelo
Segundo a nutricionista Gillian McKeith, autora do livro A Bíblia da Alimentação – Guia de A a Z para uma Vida Mais Saudável (Editora Alegro), entre os maiores vilões do cabelo bonito e saudável estão o açúcar, o carboidrato refinado (massa e pão branco) e o álcool.
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“Eles elevam os níveis de insulina no sangue, desequilibrando alguns hormônios, o que pode ter um efeito negativo sobre os folículos capilares”, afirma. A autora sugere ainda reduzir o consumo de chá e de café, pois interferem na absorção de minerais, como o ferro, necessários para o crescimento do cabelo. Compre aqui o livro para ver o conteúdo completo.
Chega de passar horas no Netflix, ficar mandando mensagens no celular sem parar ou pulando de post em post no Instagram quando o dia chega ao fim. Dormir mal pode prejudicar a saúde, diminuir o rendimento no trabalho e afetar até seu emagrecimento. Vem descobrir por que ter uma noite de sono tranquila deve ser um hábito sagrado na sua rotina!
Sem o descanso noturno, o corpo libera menor quantidade de interleucinas, substâncias que agem contra vírus e bactérias. Também pode desencadear depressão, doenças cardíacas, derrame e, segundo o Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos, alguns tipos de tumor.
2. Dormir mal diminui o metabolismo
Além de equilibrar o sono, a melatonina é um poderoso regulador da ação da insulina e controla todos os pontos do balanço energético do corpo. Ela regula a ingestão alimentar, o fluxo de nutrientes e, acima de tudo, o gasto de energia. Com isso, ajuda não apenas a reduzir o peso como também impede que ele aumente conforme a pessoa envelheça.
3. O sistema imunológico enfraquece
O principal meio de recuperação do organismo é o sono. Enquanto estamos na cama, ele libera hormônios que queimam gorduras e estimulam o sistema imunológico. Se você não dorme, mais trabalho ele terá para combater infecções e doenças.
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4. As olheiras começam a aparecer…
Se o corpo não descansa, o resultado é certeiro: você sente na pele! As olheiras surgem devido à alta concentração de melanina ou em decorrência do congestionamento dos vasos capilares da região em torno dos olhos. E alguns fatores, como cansaço, alergia, envelhecimento, excesso de sol e noites maldormidas agravam o problema.
5. …e as linhas de expressão ficam visíveis
“Para além das olheiras e do aspecto cansado, a adrenalina, outro hormônio do estresse, induz à compressão dos vasos sanguíneos que irrigam a epiderme, diminuindo a circulação do sangue no rosto e deixando a pele sem viço”, diz a médica Dalva Poyares, neurologista do Instituto do Sono, em São Paulo. Com menos hidratação, linhas finas se tornam mais evidentes.
6. Ao dormir mal, as atividades simples no trabalho se tornam um desafio
Passar muitos dias sem dormir direito faz com que o seu cérebro fique cansado. Logo, atividades mais simples como tomar decisões, manter a concentração no trabalho e lembrar-se da lista das atividades do dia tornam-se um tremendo desafio.
7. O risco de diabetes também aumenta
Quem dorme pouco também produz mais cortisol, o hormônio do estresse, responsável pela resistência à insulina – outro fator que leva ao ganho de peso e ao diabetes tipo 2.
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8. Sim, sua libido pode diminuir ao dormir mal
O stress prolongado por déficit de sono interfere até mesmo na disposição para o sexo. Se o sono não é reparador, o corpo sofre uma descarga considerável de cortisol e adrenalina, hormônios diretamente ligados à sensação de cansaço. Segundo um estudo da Fundação Nacional do Sono, nos Estados Unidos, dormir pouco pode, ainda, diminuir a intensidade do orgasmo. Especialistas em sono, aliás, são unânimes: a cama é lugar para dormir e para transar.
Essa raiz (também conhecida como açafrão-da-terra) tem propriedades anti-inflamatórias. A principal responsável por essa ação é a curcumina, o pigmento que dá a cor amarelo-ouro à cúrcuma. Ela também diminui a irrigação sanguínea no tecido adiposo, enfraquecendo a reserva de gordura. Bônus: faz bem para a pele, além de diminuir o crescimento de bactérias e fungos, que provocam doenças. Ainda não está convencida? Confira mais 4 benefícios do açafrão para a dieta e saúde e veja como incluí-lo no cardápio:
Usada na culinária indiana, o extrato de cúrcuma (ou açafrão-da-terra) é um tempero com propriedades anti-inflamatórias. Estudos mostram que essa substância aumenta a resistência das células aos danos oxidativos, além de reduzir os processos inflamatórios no organismo. O consumo desse extrato ainda inibe o crescimento de bactérias, parasitas e fungos, que provocam doenças.
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2. Protege o coração
A cúrcuma evita o acúmulo de colesterol “ruim”, o que protege o coração e evita que você tenha um ataque cardíaco ou derrame. Além disso, a ciência descobriu que a curcumina reduz o risco de insuficiência cardíaca.
3. Diminui o risco de câncer
Embora as pesquisas estejam em seus estágios iniciais, a capacidade da cúrcuma prevenir ou tratar o câncer é relevante. Um estudo, realizado com voluntários com predisposição à doença, revelou que a curcumina pode, sim, evitar que a doença se desenvolva.
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4. Evita envelhecimento precoce e diversas doenças mentais
Muitos estudos indicam que essas propriedades encontradas no açafrão são atribuídas principalmente aos carotenoides — crocina e safranal –, com propriedades antioxidantes e coletores seletivos de radicais livres. “O açafrão vem mostrando efeitos positivos em aplicações ainda mais abrangentes, incluindo antidepressivas e anticonvulsivantes, analgésicas, anticâncer e outros efeitos terapêuticos em diferentes partes do corpo, como cardiovascular, imunológico, visual, respiratório, geniturinário, sistema nervoso central e para desordens digestivas”, explica a médica Elisa Urban.
5. Evita o diabetes
Sim, a poderosa substância também pode prevenir o diabetes em desenvolvimento. Um estudo, feito com pré-diabéticos, incluiu o extrato de curcumina na dieta por nove meses. Um grupo realmente consumia o açafrão e o outro não. Ao final da pesquisa, nenhum dos indivíduos que recebeu as doses de curcumina desenvolveu o diabetes tipo 2.
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Como incluir o açafrão no cardápio
Como usar: em pó, polvilhada na comida pronta ou dissolvida no azeite extravirgem para temperar a salada. Outra opção é bater um pedaço da raiz fresca no suco.
Quanto consumir: 1 colher de chá do extrato ou 1 pedaço pequeno da raiz fresca, 1 vez por dia.
Tem dias que a gente acorda se sentindo pesado, com um certo nó no estômago… Nessas horas, ingerir refeições completas e volumosas é a última coisa que a gente quer. Por que não apostar em algo mais líquido então, que ajuda a segurar a fome mas não contribui para a sensação de estômago cheio demais? Separamos 23 receitas de bebidas leves para todos os gostos. Confira:
Coloque os 3 ingredientes na panela e espere engrossar até virar uma calda grossa, como se fosse geleia de abacaxi.
Ingredientes da etapa 2:
Calda de abacaxi da etapa 1;
Hortelã a gosto;
3 xícaras de água.
Modo de preparo da etapa 2:
Coloque tudo na panela até ferver, espere esfriar, coloque em uma jarra e deixe na geladeira até ficar bem geladinho.
Ingredientes da etapa 3:
Creme de leite light;
Coco ralado;
1 colher de sopa de açúcar demerara.
Modo de preparo da etapa 3:
Bata tudo na batedeira até virar uma espuma grossa.
Montagem:
Coloque uma folha de hortelã fresca no fundo do copo e encha com o chá já gelado. Coloque a espuma de creme de leite sobre o chá e aproveite.
3. Suchá relax
Receita da nutricionista Karla Maciel, consultora da Naiak.Naiak/Divulgação
Receita da nutricionista Karla Maciel, consultora da Naiak.
Ingredientes:
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1 xícara de chá de água quente;
1 colher de sopa de camomila;
Polpa de 1 maracujá;
1 colher de chá de mel ou melado;
1 pitada de gengibre em pó;
Gelo a gosto.
Modo de preparo:
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Prepare a infusão da camomila despejando a água quente (quase fervida) e deixe abafado por cerca de dez minutos. Coe e leve para a geladeira para gelar. No liquidificador, bata o chá, a polpa do maracujá, o mel e o gelo. Beba em seguida.
4. Suchá de hibisco com morango
Receita da nutricionista Daniela Lasman, da Bodytech Iguatemi São Paulo.Canva/Divulgação
Acrescente todos os ingredientes no chá de hibisco. Consuma gelado.
Se gostar, é possível incluir folhinhas de hortelã ou raspas de gengibre. Pode substituir os morangos por uvas sem sementes ou uma fatia fina de abacaxi em pedaços.
Higienize todos as frutas. Corte as frutas em pequenos cubos e extraia os sucos dos cítricos. Leve todos os ingredientes ao liquidificador e bata por cerca de cinco minutos.
Coe todo o suco em peneira grossa e em seguida em peneira fina. Coloque nas garrafas e leve ao refrigerador.
Obs: Coar em duas peneiras é muito importante para uma correta filtragem do suco, que não deverá conter vestígios de frutas.
9. Suco astúria
Cozinha Experimental da Codeagro/SAACozinha Experimental da Codeagro/SAA/Divulgação
Ingredientes:
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4 xícaras de chá de suco de laranja (960 ml);
1 tomate médio (180g).
Modo de preparo:
Esprema as laranjas e reserve. Higienize, descasque e retire as sementes do tomate. Junte todos os ingredientes no liquidificador e bata bem. Adoce a gosto e sirva gelado.
10. Suco de repolho roxo com acerola
Cozinha Experimental da Codeagro/SAACozinha Experimental da Codeagro/SAA/Divulgação
Ingredientes:
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4 folhas de repolho roxo (284g);
2 pacotes de polpa de acerola (200g);
750 ml de água;
2 colheres de sopa de adoçante de sua preferência (4g).
Modo de preparo:
Higienize as folhas de repolho. Rasgue as folhas de repolho e bata no liquidificador com a polpa de acerola e a água . Adoce e volte a bater por alguns segundos. Sirva gelado
Bata todos ingredientes no liquidificador. Passe na peneira. Sirva gelado.
13. Suco digestivo
Receita da nutricionista Karla Maciel, consultora da NaiakNaiak/Divulgação
Receita da nutricionista Karla Maciel, consultora da Naiak.
Ingredientes:
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1 xícara de água quente;
1 colher de sopa de hortelã;
1 folha de couve-manteiga;
2 rodelas finas de abacaxi;
1 pitada de gengibre em pó;
Gelo a gosto.
Modo de preparo:
Prepare a infusão da hortelã despejando a água quente (quase fervida) sobre a erva e deixe abafado por cerca de dez minutos. Coe e leve para a geladeira para gelar. No liquidificador, bata o chá e os outros ingredientes. Beba em seguida.
14. Shake substituto de jantar
Imagem ilustrativa. Receita idealizada por Laari Michelin (@laarimichelin).Tara Evans, Unsplash/Reprodução
Receita idealizada pela nutricionista Renata Pigliasco (@renatabranconutri).
Ingredientes:
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15 g de whey protein isolado;
1 xícara de frutas vermelhas congeladas;
150 ml de leite de coco ou amêndoas ou água;
1 colher de sobremesa de semente de chia ou farelo de aveia;
Canela a gosto.
Modo de preparo:
Bata tudo no liquidificador!
15. Shake energy
Receita da nutricionista Karla Maciel, consultora da NaiakNaiak/Divulgação
Receita da nutricionista Karla Maciel, consultora da Naiak.
Ingredientes:
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200 ml de bebida vegetal de coco;
1 banana congelada;
1 colher de sopa de pasta de amendoim integral;
1 colher de chá de guaraná em pó;
1 colher de sobremesa de cacau em pó;
1 pitada de canela em pó.
Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador e beba em seguida.
16. Shake de banana
Imagem ilustrativa | Receita criada por especialistas da Universidade Presbiteriana Mackenzie.Louis Hansel, Unsplash/Reprodução
Adicione os ingredientes em um liquidificador. Bata até que fique homogêneo e na textura que deseja. Adicione gelo, bata mais um pouco e está pronta para beber.
17. Shake de maracujá com gengibre
Receita da chef Inaiá Sant’Ana, da confeitaria Quitutices, de Brasília.Quitutices/Divulgação
Receita da chef Inaiá Sant’Ana, da confeitaria Quitutices, de Brasília.
Ingredientes:
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250 ml de leite vegetal;
80g de polpa de maracujá (da fruta);
70g de abacate ou avocado;
12g de gengibre fresco;
1 colher de sopa de mel (opcional);
Gelo a gosto.
Modo de preparo:
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No liquidificador, bata tudo até homogeneizar. Sirva com folhas de hortelã e pistache triturado.
18. Shake de pasta de amendoim
Imagem ilustrativa. Receita idealizada por Laari Michelin (@laarimichelin).Bruna Branco, Unsplash/Reprodução
1 colher de sopa de manteiga de amêndoa (opcional);
1/4 colher de chá de açafrão moído, de canela e de gengibre;
1/2 colher de sopa de farinha de linhaça ou sementes de chia;
3/4 xícara de leite de amêndoa sem açúcar;
1/4 xícara de suco de laranja (opcional);
1 punhado grande de gelo.
Modo de preparo:
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Adicione todos os ingredientes em um liquidificador e bata até ficar homogêneo. Adicione banana, mel ou laranja para adoçar e, se necessário, coloque mais gelo para engrossar a bebida.
20. Chá detox de alecrim
Imagem ilustrativa. Receita da atriz e apresentadora Gyselle Soares (@gysellesoaresestevao)CHI CHEN, Unsplash/Reprodução
Ferva a água e faça a infusão no alecrim, jogando por cima das ervas. Quando o chá estiver morno, bata no liquidificador com o suco do limão e tome em jejum.
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21. Chá de cacau
Receita idealizada pela chef chocolatier Mirian Rocha (@mirianrochachocolates).Miriam Rocha/Divulgação
Em uma panela, ferva a água. Adicione as ervas e cascas de cacau e deixe tampado para obter uma infusão concentrada (aproximadamente uns 10 minutos). Coe e sirva gelado ou quente com rodelas de laranja e folhas de hortelã.
Em uma xícara adicione a cevada, canela, cacau e o açúcar. Adicione 3 colheres de sopa do leite de castanhas de caju para dissolver os ingredientes até formar uma espuma, depois adicione o restante do leite quente e se delicie.
23. Chocolate quente rico em fibras
@chef.saschi, especialista em alimentação low-carb/cetogênica/sem glúten.@chef.saschi/Divulgação
Receita da @chef.saschi, especialista em alimentação low-carb/cetogênica/sem glúten.
Ingredientes:
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110g de Adoçã (adoçante de maçã);
1 xícara de água;
15 a 20g de cacau em pó 100%;
200 a 400g de creme de leite sem lactose;
1 colher de chá de extrato de baunilha em pó;
1/4 de colher de chá de canela.
Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes — menos o creme de leite — em uma panela e deixe ferver até começar a engrossar. Então, coloque primeiro 200g de creme de leite de uma vez e misture bem. Prove e vá adicionando mais creme de leite de acordo com a sua preferência. Deixe levantar fervura e pronto.
24. Chocolate vegan
Receita da nutricionista Karla Maciel, consultora da NaiakNaiak/Divulgação
Receita da nutricionista Karla Maciel, consultora da Naiak.
Ingredientes:
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200 ml de bebida vegetal de amêndoas;
1 colher de sopa de xylitol;
1 colher de sopa de cacau em pó;
20g de chocolate 70% cacau vegano.
Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes, com exceção do chocolate amargo, numa panela pequena e misture até todo o cacau em pó se dissolver na bebida vegetal. Leve a panela ao fogo médio, mexendo sem parar. Acrescente o chocolate e misture bem, até derreter. Mexa até engrossar no ponto que preferir. Beba em seguida.
Sabe quando você acorda achando que engordou 2 quilos da noite para o dia? Você não está sozinho. A maioria de nós já passou pela situação. A boa notícia é que, na maioria das vezes, o problema não passa de um inchaço temporário e que você pode resolver com alguns ajustes simples na alimentação. Veja 7 maneiras de desinchar durante o dia:
Pode até parecer contraditório, mas ingerir muita água não vai te fazer inchar. O seu corpo muitas vezes armazena água de modo a não ficar desidratado, mas se você está constantemente ingerindo o líquido, o seu corpo expulsa um pouco do estoque Além disso, como o sangue é composto basicamente de água, a ingestão dela favorece a circulação, acelerando os processos metabólicos. Resultado: corpo sem retenção de líquidos. “Além disso, a desidratação também favorece a queda da pressão arterial, ameaçando vários órgãos. O consumo adequado de água garante que o organismo seja irrigado e bem nutrido de sangue”, enfatiza a angiologista Aline Lamaita.
2. Evite alimentos com ‘álcoois de açúcar’
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Os alimentos que são compostos de álcoois de açúcar, um tipo de adoçante de baixa caloria, podem contribuir para o seu inchaço. Eles causam alterações no seu trato gastrointestinal e podem levar a gases, cólicas, inchaço, e até mesmo a diarreia se você ingerir muito. Esses sintomas desagradáveis são um indício de que é difícil para o seu corpo quebrar totalmente esses adoçantes durante o processo digestivo. E eles tendem a estar presentes em alimentos altamente processados, o que só agrava o problema da digestão.
Exemplos de álcoois de açúcar:
Eritritol
Glicerol (ou glicerina)
Hidrogenados de amido hidrolisado
Isomalte
Lactitol
Maltitol
Manitol
Sorbitol
Xilitol
3. Preste atenção à sua ingestão de fibra
Ela mantém o seu sistema digestivo funcionando e ajuda você a se sentir saciado por mais tempo, o que é uma vantagem se você quer perder peso. Além disso, a ingestão adequada também previne a diabetes tipo 2 (que tem inchaço como um de seus sintomas). “É um grande erro acreditar que ao parar de comer doces, uma pessoa pode evitar que a doença se desenvolva. O ideal é manter uma nutrição balanceada e saudável baseada na ingestãodefibras, frutas, legumes, verduras, proteínas vegetais e animais. Dando preferência a alimentos in natura ou frescos”, aponta o médico generalista e diretor da Clínica Penchel, Lucas Penchel.
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Porém, se você não estiver acostumado a consumir fibra e começar a ingerir altas quantidades em um curto período de tempo, isso pode te deixar inchado. O recomendável é entre 20 e 25 gramas por dia e tomar muita água junto com qualquer alimento fibroso para ajudar seu corpo digeri-lo mais facilmente
4. Escolha suas frutas e vegetais com sabedoria
Frutas como cerejas, pêssegos, uvas e mangas podem inchar você mesmo tendo uma abundância de benefícios nutricionais impressionantes. Apesar de saudáveis, estas frutas contém grande quantidade de álcoois de açúcar ou açúcar. Se você está tentando desinchar, fique com amoras, morangos, melão e laranja, que têm menor teor de açúcar e grande quantidade de água.
Quanto aos vegetais, os crucíferos, como couve de bruxelas, brócolis e couve-flor são carregados de rafinose, o mesmo composto que produz gases quando você come feijão. Para acertar nas escolhas, aposte nos que possuem grande quantidade de água, como pepino e abobrinha.
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5. Escolha bem os carboidratos
O carboidrato simples, presente em produtos elaborados com a farinha branca, como pães, bolos, pizzas, podem favorecer o inchaço. Algumas pessoas têm intolerância a esses alimentos e em alguns casos apresentam alergias associadas a seu consumo.
“Porém, abolir o nutriente da dieta não é uma solução, já que as células saudáveis também precisam de glicose. Por isso, o ideal é optar pelos carboidratos bons e evitar os ruins”, recomenda a Marcella Garcez, médica nutróloga.
Os bons carboidratos são os complexos, presentes em vegetais, frutas, grãos, cereais e legumes e nos abastecem com açúcares de queima mais demorada. “Já os carboidratos ruins, ossimples, são encontrados em alimentos industrializados e refinados e possuem altos níveis de açúcar. Com isso, para metaboliza-los, o organismo exige que o pâncreas produza altos níveis de insulina constantemente, o que, a longo prazo, pode causar problemas no órgão”, alerta Marcella.
Às vezes, a culpa não é do que você come, mas como você come. Se você gosta de conversar enquanto realiza suas refeições ou tem o hábito de mastigar muito rápido, o seu estômago está recebendo, juntamente com a comida, uma grande quantidade de ar. O resultado você já pode imaginar, né? Barriga inchadinha e digestão lenta. A gente também já falou por aqui que mastigar pode ser a chave para você controlar a gula e manter a balança sob controle, lembra?
7. Corte os alimentos salgados
Se, de repente, a cintura da calça parece mais apertada, fique longe dos alimentos ricos em sódio. Quando você exagera no componente, seu corpo retém mais água para tentar manter o equilíbrio adequado em sua corrente sanguínea. Se possível, fique com uma inferior a 2.400 miligramas de sódio por dia e, novamente, a água todo o tempo é fundamental para diminuir o problema.
Eu começo o texto contando pra vocês que a cada pauta que escrevo aqui na coluna, meu mundo desdobra em acontecimentos contendo questões que permeiam o tema escolhido. Quando Larissa Serpa, editora de BOA FORMA, me contou que neste mês BOA FORMA iria trazer abordagens para uma vida mais leve e com menos cobranças, eu ri e pensei: “Bem, eu me cobro demais!!”. Depois de alguns dias de reflexões antes de escrever, fui relembrando que na verdade eu me cobro muito além do necessário.
A compreensão que tenho hoje é que a origem da minha autocobrança vinha da “necessidade” constante de garantir a sobrevivência e de provar pros outros minha capacidade de “vencer na vida” — de ser notado, reconhecido e amado por isso. O retrato dessa história é mais ou menos assim: nasci prematuro com 06 meses, fiquei as primeiras semanas em UTI, sempre ansioso, tenho uma deficiência auditiva, gay, não tinha grana e morava no interior do menor estado do Brasil. Um menino lindo, cheio de amor, aspirações e sonhos que foi se dedicando e estudando bastante pra ir conseguindo bolsas e ganhar o mundo. Um caminho com incontáveis desafios e lições sim, mas tudo foi acontecendo dentro do que eu precisava aprender e tenho colecionado experiências extremamente positivas.
Só que comecei a perceber com mais maturidade, que eu ainda mantenho uma corrida ansiosa pela vida mantendo uma cobrança muito grande que já não precisa. E a vida, claro, passou a ser aquela auto exigência em que eu me colocava à prova sempre. A autocobrança para atender minhas expectativas e às do mundo dá uma canseira danada, porque era como se eu tivesse ainda lutando para sobreviver no escuro contra um inimigo que nunca existiu. Viver esses anos em São Paulo também aumentou muito essa pressão, claro. Compreendo que sim, existe uma corrida cotidiana, mas que eu posso escolher viver de maneira mais leve e em qualquer lugar.
Pela compreensão espiritual, alguns acontecimentos em nossa vida funcionam como gatilhos que despertam vivências passadas e memórias mais profundas que estão registradas em nosso DNA, por isso, muitas vezes o momento presente pode nos lembrar e desencadear lições de casa ou situações específicas que estão pendentes de aprender ou de compreender melhor. Muitas vezes, situações específicas ganham proporções maiores do que realmente são, pois podem ativar gatilhos que estão registrados no íntimo da nossa consciência, justamente com a necessidade de impulsionar nosso desenvolvimento.
Estou contando essa história para esclarecer — e encorajar — que cada pessoa carrega motivações profundas e diferentes em seu interior, que muitas vezes a razão da cobrança tamanha fica incompreendida. E para melhor entender nossas próprias cobranças, o autoconhecimento é um excelente caminho tanto para motivações mais simples (que você pode identificá-las com reflexões) ou mais profundas (aquelas que estão em nossas memórias akashicas ou as que requerem um pouco mais de profundeza de investigação). E a resposta sobre porque nos cobramos tanto, como você já deve imaginar, é que não existe uma rota única para todos, pois somos seres únicos mesmo vivendo uma experiência coletiva.
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Autoconhecimento é o caminho
Reflexões para entender porque nos cobramos tanto
Acredito que a autocobrança pode ser saudável até certo ponto já que nos impulsiona e motiva as mudanças positivas que precisamos fazer na vida – sob um olhar atento de quem se predispõe a crescer e ser melhor a cada dia.
Quando vamos longe demais, cruzamos fronteiras onde essa cobrança passa a ser exagerada, o que não é muito saudável, nem leve. Se há uma autocobrança, há também uma motivação para que ela exista.
Reflita se essa autocobrança na verdade não é uma necessidade de provar algo, de controlar a vida, de ser reconhecidx e amadx, de corresponder expectativas criadas, de alcançar status ou prestígio social, dúvida sobre sua capacidade ou se você só precisa relaxar mais mesmo. Portanto a dica é: mergulhe na motivação e vá além da justificativa que você dá pra ela.
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Leve uma vida leve
Veja como você pode ser mais gentil consigo
Desacelere e pegue mais leve com você.
Nem sempre você “tem que” fazer algo, isso começa com a condição de obrigação. A priorização e o equilíbrio das escolhas ajuda a decidir o que pode fazer e o que você não pode fazer. Nem sempre dá pra responder a todos, fazer a aula de yoga, bater todas as metas, fazer supermercado, faxina, cuidar da casa, da família, do cachorro e do gato, ao mesmo tempo.
Se a gente não pegar leve agora, quando poderemos ser mais leves, afinal? Se gastamos a maior parte do nosso tempo nos cobrando ao invés de buscar formas mais leves e conscientes de viver – e dar atenção ao que realmente importa – precisamos lembrar de uma coisa: que a vida acaba, e pode ser amanhã.
Estamos vivendo em constante crescimento individual e coletivo. Se enxergarmos a vida como uma escola e que toda a existência está se transformando o tempo todo, logo, pode ser que o conceito de perfeição que criamos e idealizamos não existe, seja algo irreal e pequeno demais diante de tudo.
Nem todo dia a gente tá bem. E está tudo bem, a diferença é como você compreende o seu processo e busca formas de se equilibrar cada vez mais, assim é um equilíbrio de polaridades que vai ganhando uma fluidez melhor com menos oscilações.
A gente não precisa ter resposta pra tudo e podemos dizer não.
E também está tudo bem com isso.
Feito é: nem mal feito, nem perfeito. Dê esse novo olhar para suas ideias, tarefas, compromissos e projetos.
Não viver o momento presente é ir ao teatro e não assistir ao show. Quantas coisas que estavam no futuro realmente aconteceram como imaginávamos? Ou quantos momentos deixaram de ser contemplados porque nossa atenção estava no que já passou?
Há um plano maior para estarmos aqui
A vida acontece a partir de um plano cósmico que acordamos para o desenvolvimento individual e coletivo de nossa experiência, senão estaríamos à deriva. Quanto mais fluímos dentro de nossa essência e natureza (conexão coração-espírito-mente), seguiremos mais naturalmente com os sinais e acontecimentos que precisamos experienciar, mudar e/ou seguir. O que mais precisamos fazer, talvez seja soltar o controle e parar de achar que controlamos tudo. Deixe que a “mágica” do universo aconteça – você contribui deixando que essa fluidez ocorra, do que tentando nadar contra essa corrente.
Talvez você não precisa ir aonde todos também estão indo.
Outras histórias podem nos inspirar, mas você pode e deve construir sua própria história a partir de quem você já é, que é tão genuína e tão sua. Às vezes, a gente corre demais para ser alguém que imaginamos ou para alcançar algo que não necessariamente precisa ser nosso. Ao reconhecer isso, talvez seja o momento mais apropriado para você poder olhar pra dentro, cuidar de si e entender quem você é de verdade. Aos poucos e naturalmente, os ajustes são realizados e passamos a caminhar mais próximos da nossa essência, sem correr nem se cobrar tanto por isso.
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PS.: Tudo o que eu escrevo serve pra mim também, então tá anotado.
Até a próxima!
Mateus
Sobre o autor
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Mateus Morais é formado em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e tem atuado nos últimos anos com Marketing de Projetos em grandes organizações. É facilitador da imersãoDespertar da Vida com Propósito, uma jornada de vivências de autoconhecimento. Estuda sobre espiritualidade e desenvolvimento humano e realiza consultoria sobre empreendedorismo consciente e sessões de Cura Interdimensional. Você pode acompanhá-lo peloInstagram.
Provavelmente já aconteceu com você. Seu cabelo secou depois do banho, mas parece que ele continua molhado, com um aspecto pesado e sem movimento nenhum. As causas do problema podem variar desde o modo que você manipula seu couro cabeludo até o jeito que você finaliza e seca os fios. Mas afinal, como lavar o cabelo corretamente e deixá-lo mais leve? Fomos consultar especialistas:
Na maioria das vezes, a sensação de oleosidade nos fios mesmo depois de lavá-los é gerada pelo excesso de produtos. Ou então o uso de itens inadequados para o seu tipo de cabelo. “Aplicar produtos sem enxágue como leave in, leave on, finalizadores e modeladores com frequência pode pesar os fios”, explica a engenheira cosmética Cristiane Pagliuchi (@cristiane_wnf), sócia-diretora da empresa WNF.
O mesmo acontece se você não enxaguar direito o condicionador e a máscara capilar, ou então não limpar adequadamente o couro cabeludo durante o banho. Desse modo, a fibra capilar (haste do cabelo) e os folículos dos fios não só ficam sufocados pelo excesso de impurezas, resíduos e poluição, como também de produtos que deveriam tratá-los.
A especialista afirma ainda que os fios mais finos tendem a ser mais oleosos, e, por isso, têm a propensão a ficarem com aquele aspecto “aderido” com mais facilidade. Mas como evitar que isso aconteça? Com algumas dicas bem simples. Confira:
1. Shampoo: massageie levemente o couro cabeludo (e não esfregue os fios!)
Misture o shampoo em um recipiente com um pouco de água para diluir melhor o produto e não aplicá-lo diretamente no couro cabeludo — aproximadamente 4 colheres de sopa de água para cada colher de shampoo. Distribua a mistura igualmente em toda a cabeça, e massageie levemente com a ponta dos dedos (evite usar as unhas). “Prefira sempre os movimentos no sentido do couro cabeludo para as pontas. Isso ajudará a alinhar as cutículas dos fios”, diz Cristiane Pagliuchi.
2. Como lavar o cabelo corretamente: Aposte em um detox da raiz (de vez em quando!)
Os shampoos anti-resíduos, esfoliantes e peelings capilares são perfeitos para garantir a limpeza reforçada e a retirada de impurezas indesejadas. Mas atente-se não somente à frequência indicada na embalagem como também se seu cabelo precisa no momento. “É preciso um tratamento logo em seguida, já que esse tipo de shampoo pode desequilibrar o couro cabeludo e pode interferir no manto hidrolipídico da região”, aconselha Cristiane.
3. Como lavar o cabelo corretamente: Escolha o shampoo ideal
Joyce Rodrigues (@drajoyce_rodrigues), farmacêutica bioquímica e CEO da Mezzo Dermocosméticos, recomenda priorizar formulações mais naturais, livres de parabenos, corantes, sais, conservantes e álcool. “Elas higienizam os fios sem danificá-los. Opte também por ingredientes que atuem no equilíbrio da microbiota do couro cabeludo”. Vale, de tempos em tempos, trocar os produtos que você sempre usa. O cabelo precisa receber novos estímulos.
4. Quem dita a frequência das lavagens é o seu cabelo!
Sim, algumas pessoas realmente não precisam lavar os cabelos todos os dias. Mas outras sim. “Se seu cabelo é mais oleoso, a frequência de lavagem pode ser maior. Contudo, há aqueles que precisam limpar o couro cabeludo diariamente para que não fiquem com raiz oleosa e não apresentem quadros como dermatite seborreica”, explica a dermatologista Eloisa Zampieri (@draelozampieri). Dependendo do caso, é necessário até aplicar o shampoo duas vezes.
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5. Como lavar o cabelo corretamente: Nada de condicionador ou máscara na raiz
Como já dissemos anteriormente, o acúmulo de produto nos cabelos (seja por uma aplicação em excesso ou o enxágue inadequado) é uma das causas mais comuns para o aspecto pesado dos fios. Por isso, na hora da máscara ou condicionador, atente-se para depositar apenas no comprimento, e nunca na raiz, e enxágue bem.
Mas isso não quer dizer que você deva abandonar as hidratações e nutrições. “Nos fios limpos e secos, eu sugiro aplicar aproximadamente 4 ml de jojoba pura, no sentido dos fios para as pontas. Em seguida, lave com um shampoo especial para esse tipo de tratamento, que ao mesmo tempo auxilia no equilíbrio da oleosidade e trata sem retirar a proteção natural”, afirma Cristiane.
Ao sair do banho, não enrole a toalha na cabeça — o peso do objeto interfere na tração dos fios. Seque os cabelos pressionando o tecido do couro para os fios e pontas, sem torcer as hastes.
Se for usar o secador, coloque o aparelho no mínimo 30 centímetros de distância para não queimar os folículos ou agredir os fios. Prefira temperaturas médias, evitando a potência máxima. E já que estamos mais em casa, que tal usar o equipamento só de vez em quando?
7. Tome banhos mornos
No inverno, é comum aumentarmos a temperatura dos nossos banhos. O problema é que a água muito quente pode prejudicar o cabelo e a pele. “Além de estimular a produção sebácea, isso aumenta a oleosidade e pode agravar dermatite seborreica em pessoas que possuem essa patologia. O ideal é lavar com a água morna para fria que deixa as cutículas dos fios fechadas, mantendo o brilho”, diz Joyce.
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Atenção: Evite lavar os cabelos de noite. Dê preferência para as lavagens diurnas com secagem natural — é sempre melhor para a microbiota do couro cabeludo.
Muito além do esmalte e da nail art. Além de proteger as mãos, as unhas também denunciam alguns sintomas que o seu corpo está sofrendo. Entre os diagnósticos: deficiência de nutrientes, melanoma, anemia… Para ajudá-la elaboramos um guia que revela qual é a sua situação:
Sim, do mesmo jeito que você fica de olho nas manchas da sua pele, é preciso fazer o mesmo com as unhas. Melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele, pode aparecer na camada das suas unhas – frequentemente expostas ao sol — e passar despercebido. Qualquer tipo de pigmentação assimétrica pode ser um sinal da doença, mas o melanoma em unhas, geralmente, se parece com uma faixa vertical pigmentada que se estica até a cutícula.
2. Linhas brancas
Diagnóstico: deficiência de nutrientes
Faixas brancas horizontais que abrangem toda a unha são chamadas de linhas de Muehrcke. A causa provável: deficiência de proteína ou zinco. Nada que um check-up mensal com o seu médico não possa resolver. Em casos mais raros, a linha pode sinalizar problemas mais sérios como doença renal ou problemas de fígado.
3. Sulco vertical (fissura)
Diagnóstico: idade
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Se você notar sulcos verticais e aspereza aparecendo em suas unhas – sinal que não aparecia há alguns anos atrás, provavelmente, não é nada mais do que o efeito do envelhecimento. No mundo das unhas, essas seriam as famosas rugas.
4. Unhas côncavas
Diagnóstico: deficiência de ferro ou anemia
Esta deformidade não é sutil. Por isso, é fácil de notar que algo está errado. As chamadas “unhas colher” acontecem devido a uma deficiência de ferro. Neste caso, a ponta fica tão fina que se torna côncava. Em circunstâncias muito raras, o sintoma pode estar associado a doenças da tireoide e a problemas cardíacas.
5. Unhas quebradiças ou secas
Diagnóstico: fatores externos
Unhas rachadas, quebradiças e sem força. Na verdade, se você vai à manicure com frequência ou mexe com muita água ou produtos de limpeza em casa, esses sintomas são comuns. Porém, se ele persistir, isso pode ser um sinal de problemas na tireoide. Por isso, procure o seu médico.
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6. Manchas brancas
Diagnóstico: insuficiência renal ou hepática
Boa parte da população já viu ou tem pequenas manchas brancas (em forma de meia-lua) na base das unhas. Relaxa. Isso não é o problema. Agora, se elas aumentarem suas proporções (de olho na foto!). Isso é um sinal de insuficiência renal, doença que pode aparecer em pessoas com diabetes ou pressão arterial elevada. De qualquer maneira, é importante consultar o seu médico.
7. Estrias vermelhas
Diagnóstico: problemas no coração
Se você não prendeu o dedo no carro, linhas avermelhadas nas unhas não são normais. Elas podem indicar uma infecção cardíaca ou endocardite, que pode ser acompanhada de gripes, perda de peso, dores musculares e tosse. Viu algum dos sintomas acima? Procure um médico!
8. Corrosão das unhas
Diagnóstico: psoríase
Pequenas crateras nas unhas são, muitas vezes, um sintoma de psoríase — doença de pele crônica que causa erupção cutânea escamação. Se os sintomas persistirem, já sabe: procure ajuda.
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9. Bordas arredondadas
Diagnóstico: problemas pulmonares
Se a sua unha é curva, arredondada e as pontas dos dedos parecem inchadas, isso poderia significar um problema relacionado ao seu pulmão. Mas, isso também pode ser tiroide ou doença hepática. Vale lembrar que todos esses sintomas devem ser avaliados por um médico. Só o profissional será capaz de dar o veredicto final e receitar os medicamentos adequados.
Faça um detox nas unhas
A rotina de fazer as unhas toda semana também pode causar problemas na região, deixando suas unhas escamadas, quebradiças e enfraquecidas. Além disso, o esmalte dificulta a visualização dos sinais de saúde. Por isso, é bom fazer um “detox das unhas” de vez em quando. “As unhas, como cabelo e outras partes do nosso corpo, precisam de alguns cuidados simples para mantermos a saúde. É necessário deixar que as unhas ‘respirem’ de vez em quando”, diz Luzia Costa, especialista em estética e fundadora da Sóbrancelhas.
Confira abaixo o passo a passo para deixar suas unhas saudáveis em casa:
Retire o esmalte.Neste passo é importante você tirar o esmalte das unhas sem que fique resquícios nos cantinhos. Utilize um palito próprio com algodão. Escolha o removedor de esmaltes sem acetona em sua composição. Após retirar, lave as unhas em água morna.
Lixe as unhas. Lixe suas unhas, deixando com aspecto natural e retirando as pontinhas que podem ter surgido.
Esfolie suas mãos. Neste passo é necessário utilizar um esfoliante próprio para as mãos ou um esfoliante caseiro. Aplique no dorso de sua mão e espalhe nas duas mãos, massageando-as. Retire o excesso com uma toalha ou com água morna novamente.
Hidrate as cutículas. Este passo é muito importante. Hidratar as cutículas auxilia a saúde das unhas, deixando-as mais fortes e resistentes. Então, utilize um hidratante específico para as cutículas, aplicando sobre elas e massageie para absorver o produto.
Aplique uma base. Após a hidratação, passe nas unhas uma base fortalecedora para deixa-las fortes, e evitar escamações e lascas.
Proteja suas mãos. Por fim, após realizar o passo a passo, lembre-se de sempre proteger suas mãos com luvas ao realizar atividades domésticas, e até mesmo quando for utilizar produtos de limpeza, assim você manterá a hidratação evitando o ressecamento.
A chegada da pandemia trouxe mudanças jamais imaginadas para a vida das pessoas. Mas quem poderia pensar que este novo cenário influenciaria até mesmo nossos sonhos? Acredite: isso já é uma realidade para muita gente que tem relatado noites frequentes de pesadelos na pandemia. O tema é tão real e atual que chegou, inclusive, a ser estudado por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.
Em abril deste ano, a instituição avaliou 6 mil sonhos de 2.400 pessoas durante a pandemia. O que foi observado pelos profissionais foi uma alta frequência de sonhos ruins envolvendo insetos, vermes rastejantes, bruxas e gafanhotos com garras.
Houve, ainda, voluntários que sonharam que estavam sendo contaminados pelo Covid-19 ou que estavam em lugares públicos sem máscara.
Ao avaliarem profissionais de saúde que estão na linha de frente do combate ao coronavírus, os resultados foram ainda mais intensos: os sonhos foram semelhantes aos de sobreviventes de guerras ou de ataques como o do World Trade Center, em Nova York.
Por que estamos tendo mais pesadelos na pandemia?
De acordo com Luciana Mescolin, psicóloga da Rede Silvestre de Saúde, do Rio de Janeiro, este aumento pode ser um reflexo de situações que não conseguimos administrar de maneira satisfatória diariamente, despertando sensações de medo, tristeza, desespero, angústia e raiva.
“Diante do cenário que estamos enfrentando, é normal a saúde mental ficar prejudicada, já que o ser humano é relacional: sente falta de toque, de abraço e do convívio social. Nesse panorama, constata-se que ninguém tem controle de nada. É uma realidade difícil, que precisa ser enfrentada por todos”, afirma.
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Ana Paula Peña Dias, neurologista formada pela USP e especialista pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN) concorda. Segundo ela, nossos sonhos têm relação direta com o que estamos sentindo e vivenciando. Diante disso, experiências traumáticas — como a pandemia — nos causam estresse e afetam a qualidade do sono.
Os sonhos estressantes não só atrapalham o descanso, como também interferem diretamente em nossa saúde física e mental. Isso ocorre porque, após uma noite mal dormida, nossas habilidades cognitivas como atenção, raciocínio e memória costumam ficar reduzidas.
“Nosso cérebro precisa repousar. Esse momento de descanso não é perda de tempo. Costumo dizer que é um investimento pessoal. Além disso, durante o sono temos liberação de hormônios e substâncias essenciais para o bom funcionamento de nosso organismo”, aponta a neurologista.
Com isso, um sono fragmentado acaba não sendo reparador, levando o indivíduo a acordar cansado e com as habilidades citadas acima comprometidas.
Luciana ressalta, ainda, que a saúde mental está diretamente associada à qualidade e quantidade das nossas noites de descanso.
“Os distúrbios do sono provocam consequências adversas na vida das pessoas por diminuir seu funcionamento diário, aumentar a propensão a desordens psiquiátricas, assim como contribuir para o surgimento e o agravamento de problemas de saúde, riscos de acidentes de tráfego e absenteísmo no trabalho”.
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Sonhos mais vívidos: há relação com o estresse?
Não bastassem os efeitos negativos gerados por uma noite mal dormida, muitas vezes ainda é preciso lidar com uma sensação de realidade dos pesadelos após despertar.
De fato, os sonhos estressantes podem ser bastante vívidos, ficando fixados na mente ao longo do dia ou até mesmo gerando reações corporais, como se tivessem acontecido na vida real. O motivo está na etapa do sono em que eles acontecem , como explica Ana Paula.
“Os pesadelos ocorrem durante o sono REM, que é a fase mais profunda do sono. Logo após um pesadelo desconfortável, normalmente o indivíduo acorda acompanhado por sensações físicas desconfortáveis como taquicardia, falta de ar e sudorese.”
Já de acordo com Luciana, outra influência para que os sonhos fiquem na memória por mais tempo é a agitação causada pelo estresse.
“Com a quarentena, os pensamentos negativos são recorrentes e o cenário é composto basicamente por dois ingredientes: a dúvida e o medo. O sono, em vez de ser reparador, passa a ser trabalhador. Nesse contexto, o indivíduo acaba acordando várias vezes à noite, o que possibilita a lembrança dos pesadelos com mais vivacidade”, ela esclarece.
Depois de ler as informações acima, você já deve ter notado que o estresse é um dos grandes responsáveis pelos sonhos ruins, especialmente nos últimos meses.
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As chances de termos pesadelos aumentam consideravelmente se, ao longo do dia, tivermos experiências traumáticas ou sensações desagradáveis. Sendo assim, o ideal é sempre tentar manter a mente tranquila e a saúde psicológica em dia.
Isso porque, como explica Luciana, a depressão, a ansiedade, o transtorno de estresse pós- traumático e a privação de sono também facilitam os pesadelos recorrentes.
“A pessoa fica mais frágil diante de todo o contexto atual e mais suscetível à ansiedade e à depressão, o que favorece episódios rotineiros de pesadelos e sonhos estressantes.”
Além disso, o consumo de algumas medicações, o abuso de álcool e de psicoativos também podem influenciar.
A profissional afirma, contudo, que com a ajuda de psicólogos é possível tentar compreender a recorrência dos sonhos agitados e, consequentemente, das noites mal dormidas.
“Ter pesadelo é a expressão de sentimentos ou vivências que são difíceis de lidar no dia a dia. Embora sejam simbólicos, é possível, com a ajuda de um psicólogo, compreender e dar sentido aos pesadelos, associando-os às dificuldades que a pessoa enfrenta, contextualizando os seus medos e as suas angústias.”
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Dito isso, alguns cuidados diários também podem ajudar a manter os sonhos estressantes bem longe:
Ana Paula sugere evitar o uso de eletrônicos na cama, tomar um banho morno antes de deitar, praticar meditação, evitar cafeína depois das 15h e alimentos pesados antes de deitar e, por fim, apostar em um bom livro que possa te ajudar a relaxar.
“Outra sugestão para ter noites mais calmas é, ao acordar agitado com um pesadelo e tentar voltar a dormir, pensar num desfecho positivo para aquele sonho perturbador. O cérebro tenta nos proteger de sentimentos percebidos como nocivos. Assim, estaremos lhe dando uma ajuda”, completa Luciana.
Acessórios para dormir melhor
Além de cuidar da cabeça, alguns atributos exteriores também ajudam a ter uma noite de sonho mais tranquila. Veja abaixo algumas indicações de BOA FORMA:
Máquina de luz noturna, com despertador em luz (controle pelo celular): O máquina imita a luz solar no horário programado, fazendo com que você acorde naturalmente e sem o estresse do som do despertador. Compre aqui.
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Cobertor edredom para casal: A temperatura ideal para um sono confortável, na verdade, é mais baixa. O mente dorme melhor se o quarto estiver frio, esquentando o corpo com o auxílio de uma coberta. Compre aqui.
Máquina portátil para terapia do sono (white noise): O completo silêncio nem sempre é o ideal. Os chamados “white noises” (barulhos brancos) são sons contantes e calmos que relaxam, como o barulho do mar, por exemplo. Compre aqui.
A verdade é que não existe uma ordem certa e recomendada por todos os especialistas. O banho é um momento de autocuidado e conexão com o próprio corpo, e cada um tem a sequência de etapas do banho que prefere seguir. Contudo, existem, sim, alguns truques que podem trazer mais viço para a pele ou até evitar espinhas corporais. Fomos consultar especialistas para saber quais são:
Este é o primeiro estágio para não deixar que resíduos dos produtos e a sujeira do couro cabeludo fiquem no corpo. “Condicionadores e máscaras usados nos cabelos pioram quadros de espinhas nas costas devido à transferência de substâncias de tratamentos dos fios para outras regiões”, explica a dermatologista Laís Leonor (@laisleonordermato), da clínica Dr. André Braz, no Rio de Janeiro.
O também dermatologista Franklin Verissimo Oliveira, de Fortaleza, destaca a importância de escolhermos itens específicos. “Não use sabonete corporal nos cabelos, como muita gente indica por aí, e siga as instruções de uso da embalagem. Lembre-se de enxaguar bem sempre”, ele diz. Acúmulo de creme nos fios aumenta as chances de caspa, dermatite seborreica e deixa o cabelo com um aspecto pesado.
2. Condicionador é sempre depois da máscara, viu?
Isso mesmo. De acordo com a especialista, o shampoo serve para abrir as cutículas capilares, a máscara age com elas abertas, e o condicionador ao final as fecha, garantindo um melhor resultado.
E quando o creme precisa ficar mais de 10 minutos no cabelo? A influenciadora Julia Doorman (@juliadoorman), parceira da Embelleze e que tem perfil no Instagram com quase 2 milhões de seguidores, conta o que faz. “Depois do shampoo, enxáguo bem e saio do banho. Coloco um roupão, tiro o excesso de água dos fios e aplico a máscara, enluvando mecha por mecha. Finalizo colocando uma touca e deixo agir o tempo que estiver indicado no rótulo”. Desse modo, segundo ela, o efeito será potencializado.
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Enquanto você deixa o produto fazer efeito, ainda pode aproveitar para aplicar uma máscara facial. Depois, é só entrar no chuveiro de novo e continuar as etapas de banho.
3. Redobre o cuidado com os resíduos que ficam pelo corpo
Agora, é hora de lavar o corpo. “A acne corporal é muito comum nas costas e bumbum porque são lugares com bastante concentração de glândulas sebáceas. Quando elas acumulam oleosidade, células mortas e sujeira, geram espinhas”, afirma a dermatologista. Por isso é muito importante esfregar bem a região e apostar em uma esfoliação uma vez por semana.
O ideal para lavar o corpo é sempre começar de cima para baixo, mas deixar o rosto por último. “Também é indicado usar um sabonete específico e apropriado para higiene íntima que promova a manutenção da flora microbiana desta região”, afirma a farmacêutica bioquímica Fernanda Chauvin (@dra.fernandachauvin), CEO da Ellementti Dermocosméticos.
4. Deixe o rosto por último, e diminua a temperatura da água
O rosto deve ficar por último e exige alguns cuidados, afinal, sua pele é bem delicada. “Água muito quente remove a camada manto-lipídica, responsável por proporcionar a sensação de maciez e suavidade. Além disso, as altas temperaturas estimulam as glândulas sebáceas a produzirem mais sebo, gerando um efeito rebote“, explica Laís Leonor.
Sem contar que promove a vasodilatação e ocasiona urticárias e coceiras principalmente em pessoas que já têm uma predisposição. Por isso, o aconselhado é lavar o rosto ao final do banho, com água fria. A farmacêutica Fernanda Chauvin explica ainda que os itens faciais ideais contém um pH em torno de 5,5, são líquidos e não possuem surfactantes agressivos.
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5. Etapas do banho: Hidrate a pele ainda úmida
E se você quiser uma cútis hidratada e saudável, a dica é abusar do hidratante logo ao desligar o chuveiro, com o corpo um pouco úmido. “Seque o corpo levemente com a toalha e aplique o produto imediatamente”, recomenda a dermatologista.
Etapas do banho: sugestões de produtos (em ordem de uso)